Trekking FLORESTAS DE ZARATE Rota normal 25 de janeiro

📍 San Bartolomé, huarochirí, Lima

Compartilhado por Jose La Rosa Yabar La Rosa Yabar

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Trekking FLORESTAS DE ZARATE Rota normal 25 de janeiro

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Jose La Rosa Yabar La Rosa Yabar

27/01/2015

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San Bartolomé, huarochirí, Lima

Descrição

Trekking - FLORESTAS DE ZARATE - Rota normal - Do25Jan2015

Esta nova Aventura Nº 88 foi realizada na Floresta de Zárate, no distrito de San Bartolomé, com Raúl Lucho, Rocio, Franc, Roberto, Yoselyn, Vanessa, Robert, Alexis e Kelly

San Bartolomé está a 1.600 metros acima do nível do mar
Pampa Zárate a 3.107 metros acima do nível do mar
Desnível: +- 1.507 metros aproximadamente
Percurso de ida = aproximadamente 16,5 km (ida e volta)
Tempo total decorrido = aproximadamente 10,5 horas

Esta foi a primeira saída na qual foi cobrado pelo guia. O valor arrecadado será utilizado para a compra de equipamentos para as saídas com os trilheiros.

Cheguei às 06h55 no parque Echenique em Chosica, como sempre tomei o café da manhã com o Sr. Felix. Os trilheiros que participariam hoje já estavam esperando.

Às 08h10, chegamos à entrada da Floresta de Zárate, acertamos os últimos detalhes e tiramos as fotos habituais.

Apesar de me sentir mal, com vontade de devolver o café da manhã e com mal-estar geral, eu tinha que guiá-los até a Floresta, então começamos a caminhar. No grupo havia trilheiros experientes que seguiram com Roberto na frente. Nos dividimos em três grupos, com Raúl apoiando-nos com sua vasta experiência.

Às 08h20, começamos a caminhar pela estrada de terra fazendo alguns atalhos iniciais para economizar tempo.

Às 08h43, encontramos a bifurcação que nos levaria ao Centro de Interpretação, atravessando campos, essa subida íngreme nos economizou tempo até esse ponto.

Às 09h20, chegamos ao Centro de Interpretação. Descansamos, nos hidratamos, tiramos fotos e em poucos minutos continuamos a subida por outros atalhos até chegar à estrada e caminhar um pouco.

Às 09h50, chegamos ao início da trilha tradicional que nos levaria até a floresta. O caminho é bem sinalizado e é impossível se perder, exceto quando se chega à Gatera e, se não estiver atento, pode-se passar direto para qualquer lugar, menos para onde se deve chegar.

Fomos acompanhados por um sol forte durante todo o caminho até certo ponto, pois à medida que subíamos, o clima ficava mais frio.

A subida é íngreme e longa, mas com perseverança conseguimos chegar. Como podem ver nas fotos, as inclinações são visíveis o tempo todo, pois tínhamos que subir um desnível de aproximadamente 1.507 metros.

Às 10h24, Conforme subíamos, percebíamos como a vegetação variava; quanto mais subíamos, mais vegetação víamos e percebíamos que estávamos entrando nos domínios da Floresta.

Ao longe, víamos as nuvens no céu, como é impressionante sua formação com formas caprichosas e gostaríamos de fazer parte delas e nos mover como elas, mas somente elas conseguem.

Às 10h48, fizemos uma pequena pausa para nos hidratar e recuperar as energias.

Às 11h15, tiramos algumas fotos em grupo, pois a vegetação nos convidava a eternizar aquele momento.

Às 11h17, chegamos à metade do caminho, após quase 3 horas de caminhada. Ainda não era hora do descanso, então continuamos a caminhar.

Às 12h20, o clima ficou mais fresco, pois as nuvens estavam descendo, indicando a possibilidade de chuva, mas nos deu um alívio para continuar subindo.

Ao meio-dia, já estava com dor de estômago, mas a adrenalina de concluir a trilha e levá-los até a floresta me deu forças para continuar, felizmente o clima ajudou.

Em determinado momento, vi que os três amigos da Univ Agrária estavam se distanciando, então pedi para esperarem na Gatera, pois dali em diante poderiam se perder.

Às 12h30, fizemos uma nova pausa e seguimos em frente.

Às 13h00, já estávamos no meio da floresta, com vegetação exuberante por todos os lados, dando vontade de sentar e apenas apreciar a natureza.

Do alto onde estávamos, avistávamos a cidade de Chaute, que eu já havia visitado.

Às 14h05, tiramos fotos impressionantes, no meio de árvores frondosas e vegetação abundante. Realmente, ao ver as fotos, gostaria de estar novamente naquele lugar, talvez em abril.

Às 14h10, chegamos à Gatera, tiramos algumas fotos e imediatamente fui alcançar o grupo de amigos da Univ. Agrária que havia se adiantado, pois estavam prestes a se perder por não conhecer o caminho. Tive que caminhar o mais rápido que pude para alcançá-los e levá-los até a Pampa. Realmente, eu não queria mais continuar andando, mal podia esperar para estar em casa, o mal-estar estava me afetando, mas não havia outra opção senão continuar.

Às 14h30, os encontrei e seguimos em direção à pampa procurando a bifurcação à esquerda que deveríamos tomar. Finalmente encontramos a bifurcação e, como me disseram, não teriam percebido e teriam seguido em frente, felizmente os encontrei. O que fizemos foi colocar vegetação no caminho errado e marcar no chão para que o grupo que pensávamos que viria atrás de nós pudesse nos seguir.

Com o caminho correto, os rapazes seguiram à frente até chegarem à Pampa, eu cheguei alguns minutos depois para tirar fotos.

Às 15h30, tiramos fotos no letreiro da Pampa, vimos que a neblina estava baixando e imediatamente descemos para não sermos pegos pela chuva durante a descida. Queríamos voltar pelas cristas das colinas subindo mais alguns metros, mas o clima não permitiria e a neblina poderia nos fechar o caminho, como fez algumas semanas atrás.
Conforme descíamos, o clima esfriou e, como temíamos, começou a chover, mas a chuva foi intensa apenas em um trecho, depois nos deixou, voltando novamente, mas com menos intensidade.

O cansaço já estava se fazendo sentir, mas continuamos descendo o mais rápido possível para não sermos surpreendidos pela noite. Havia trechos escorregadios devido à chuva, mas com cuidado não tivemos problemas.

Às 18h30, foi um alívio ver o Centro de Interpretação, estávamos perto, continuamos em frente.

Às 19h00, estávamos pegando o carro para Chosica, que passou justamente quando estávamos indo para o ponto de ônibus de San Bartolomé.

O grupo que ficou na Gatera voltou com Raúl.

O primeiro grupo que chegou à pampa com Roberto pegou o caminho das cristas das colinas para voltar, eles estavam em melhor condição física.

No final, todos ficaram satisfeitos com essa trilha desafiadora.

Agradecimentos aos participantes desta trilha. Estaremos programando outras saídas desse nível.

Agradecimentos a Roberto e a Raúl pelo apoio nesta trilha.

Agradeço a todos os meus amigos, seguidores e leitores ocasionais dessas aventuras que continuam pedindo uma descrição da rota e fotos o mais detalhadas possível. Espero que isso os ajude a decidir visitar esses lugares maravilhosos que estão muito perto de Lima.

Vou deixar meu número como solicitado para poder responder às dúvidas que tiverem. Celular: 992 891 367.
Email: aventurastours@cedresperu.org

UM FORTE ABRAÇO PARA TODOS

Localização no Mapa

📍 San Bartolomé, huarochirí, Lima

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