Artigos de Ciclismo
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Descubra as 8 melhores rotas do mundo para fazer ciclismo.
Apenas para aventureiros! As rotas de ciclismo oferecem uma experiência única ao combinar desafios físicos com a exploração de paisagens impressionantes ao redor do mundo. Desde estradas sinuosas até trilhas montanhosas e costas pitorescas, existem rotas emblemáticas que cativam os ciclistas aventureiros. Por isso, compilamos para você algumas das melhores rotas de ciclismo do mundo: 1. Rota da Costa da Califórnia, Estados Unidos Percorra a icônica costa do Pacífico ao longo da Califórnia. De São Francisco a Los Angeles, esta rota oferece vistas panorâmicas do oceano, pitorescas cidades costeiras e subidas desafiadoras que levam a magníficas descidas. 2. Rota dos Dolomitas, Itália Os Dolomitas, no norte da Itália, oferecem alguns dos cenários alpinos mais espetaculares do mundo. As estradas sinuosas cercadas por picos imponentes e prados verdes proporcionam um desafio único para os ciclistas. 3. Estrada da Morte, Bolívia Conhecida como uma das rotas mais perigosas, esta estrada oferece aos aventureiros ciclistas uma experiência emocionante. Desce de La Paz até a selva tropical, proporcionando vistas impressionantes e uma dose de adrenalina. 4. Rota da Seda, Ásia Central Esta rota histórica comercial tornou-se um destino popular para ciclistas. De Turquia à China, os ciclistas podem explorar uma variedade de paisagens, culturas e terrenos desafiadores ao longo de milhares de quilômetros. 5. Rota da Costa Atlântica, Portugal Explore a costa atlântica de Portugal, de Porto a Lisboa, e admire falésias impressionantes, praias douradas e encantadoras vilas de pescadores nesta rota costeira cênica. 6. Rota dos Andes, América do Sul Atravesse vários países sul-americanos, como Argentina, Chile e Equador, explorando a majestosidade dos Andes. As altitudes extremas e as paisagens imponentes tornam esta rota um desafio e uma aventura única. 7. EuroVelo 6, Europa Esta rota transcontinental atravessa dez países europeus, seguindo os rios Reno, Meno e Danúbio. Oferece uma experiência diversificada, desde cidades históricas até paisagens naturais pitorescas. 8. Rota da Ilha Norte, Nova Zelândia Aventure-se pelos cenários espetaculares da Nova Zelândia, percorrendo a Ilha Norte. Experimente a beleza natural de montanhas, lagos e florestas em uma das rotas mais cênicas do mundo. Essas rotas são apenas uma amostra das inúmeras opções disponíveis para os entusiastas do ciclismo ao redor do mundo. Cada uma oferece uma experiência única e desafiadora, permitindo aos ciclistas explorar belas paisagens, conhecer novas culturas e, acima de tudo, desfrutar da liberdade e emoção de viajar pelo mundo sobre duas rodas.
O que levar na sua primeira viagem de aventura?
Has decidido hacer un cambio en tu vida, llenarte de experiencias y dejar un poco la vida monótona. Realizar turismo de avent
Top 5: Lugares de aventura que você precisa conhecer
Tenemos la suerte de haber nacido en Perú. Un país con tantas riquezas naturales, donde en cada región encuentras paisajes be
Resumo do campeonato de MTB Santísimo Downhill 2017
Resumo da nona edição do Santísimo Downhill, a competição de MTB downhill mais importante do país e uma das mais reconhecidas no continente. Em 23 de abril, na localidade de Huayllabamba, Urubamba, Vale Sagrado de Cusco recebeu a 9ª edição do Santísimo Downhill, evento de MTB downhill que sempre reúne os principais atletas do continente. O Santísimo Downhill já se tornou uma das competições mais tradicionais de ciclismo de montanha na região. Esta 9ª edição contou com a presença de 125 ciclistas do Peru, Chile, Equador, Uruguai, Argentina e Inglaterra. RESULTADOS 9º SANTISIMO DOWNHILL 2017: O primeiro lugar foi para o chileno Pedro Ferreira, que foi o mais rápido, cronometrando um tempo de 3 minutos e 22,447 segundos para o percurso de 3,3 quilômetros. Este ano, o percurso contou com cinco rampas de grande tamanho, o que aumentou o desafio e o tornou uma das rotas mais espetaculares, rápidas e perigosas, com um desnível de 450 metros e um alto grau de dificuldade. Isso, somado às belas vistas e paisagens do Vale. O segundo lugar foi para o peruano Alejandro Paz, que chegou a apenas 601 milésimos atrás de Ferreira. Em terceiro, completando o pódio, ficou o também peruano Sebastián Alfaro com 3 minutos e 24,015 segundos. Tempos muito próximos com uma diferença de apenas um segundo e meio entre os três do pódio. Este resultado também marcou os primeiros lugares da categoria Elite. Uma grande quantidade de público lotou a Praça de Armas de Huayllabamba, a "Capital Mundial do Milho", para ver a chegada do percurso e torcer por seus favoritos. Entre os outros vencedores, temos: - Rodrigo Mejía em Júnior (04:06.007) - Estela Acurio em Damas Elite (05:01.099) - Xavier Ccoa em Másters A1 (04:06.546) - Vladimir Yabar em Másters A2 (04:02.600) - Benjamín Muñiz em Máster B (04:21.946) - Edie Ayllon em Cadetes (04:06.876) - Yan Bedoya em Seniors (03:50.304) - Mateo Rey em Enduro (04:53.723) - Lucio Vellutino em Infantil (04:17.075) - Rígidas Arthur Villa (04:11.365). LUGAR: Huayllabamba "CAPITAL MUNDIAL DO MILHO", Urubamba, Cusco, ORGANIZA: HOLY TRAILS APRESENTA: PREFEITURA DISTRITAL DE HUAYLLABAMBA APOIO: CERVEJARIA DO VALE SAGRADO - MUNAY - REMA TIP TOP - DEVINCI - PROMOTORA OPCION CONTROLE: ASSOCIAÇÃO PERUANA DE JUÍZES DE CICLISMO DIRETOR DE PROVA: Diego Sarmiento COLEGIO DE COMISSÁRIOS APEJUC Edilberto Guerra, Jacinto Bellido, Max Vilcahuaman, Milagros Rodriguez, Kasandra Guerra, Juana Pareja e Jomini Durand. RESUMO EM VÍDEO EM FULL HD Compartilhamos em primeira mão o vídeo resumo. No vídeo, você poderá ver as paisagens espetaculares do Vale Sagrado de Cusco, que sempre realçam a competição. Inclui imagens de drone e, no final, declarações do vencedor Pedro Ferreira do Chile e do peruano Alejandro Paz, que ficou em segundo lugar. DADO EXTRA: Vencedores do Santísimo DH: 2009 - 2017 2009 Elías Cáceres (Peru) 2010 Filip Polc (Eslováquia) 2011 Antonio Leiva (Chile) 2012 Pedro Ferreira (Chile) 2013 Mario Jarrin (Equador) 2014 Filip Polc (Eslováquia) 2015 Marcelo Gutierrez (Colômbia) 2016 Pedro Ferreira (Chile) 2017 Pedro Ferreira (Chile) Veja também: Rotas de ciclismo de montanha
Eventos de Ciclismo de Montaña 2017
A paixão dos ciclistas, aliada à correta utilização dos espaços naturais, tem levado à realização de eventos de ciclismo de montanha muito bem recebidos, com a participação de atletas nacionais e estrangeiros, para quem isso representa uma grande experiência pedalar e competir pelos diferentes cantos do país. Eventos de ciclismo de montanha no Peru: 1. FUXION RADICAL UASARA Aventureiro, este evento é realmente incrível. A II Edição da maratona de MTB Fuxion Radical Uasara 2017 está chegando! Um dos eventos mais importantes em termos de competições de ciclismo de montanha no Peru. Uma corrida de 4 dias, sendo um prólogo e 3 etapas de Cross Country. Na competição de MTB Fuxion Radical Uasara, se você decidir abandonar uma etapa, pode largar no dia seguinte e ainda assim acumular pontos para a classificação geral. Isso é ótimo, não é? O percurso e características do seu BTT Nesta maratona, você percorrerá aproximadamente 236 km atravessando os desertos de Marcona - Nazca (Ica), testando toda a sua resistência, navegação e orientação, contando principalmente com sua bicicleta todo terreno (BTT), onde a propulsão será feita apenas com a força das suas pernas, em movimento circular e com a ajuda de um pedal. Isso significa que sua BTT não pode ter nenhum tipo de ajuda elétrica ou outra força motriz para avançar. É isso aí, a quem quer céu, que custe. Além disso, a ideia deste esporte de aventura é que você possa sentir a dificuldade, o cansaço, que faça você sentir que não aguenta mais e até pense em desistir da prova, mas que, apesar de tudo isso, graças à sua persistência e força mental e física, você chegue à meta. Isso realmente não tem preço... Então, nada de ajudinhas, por favor. Participantes Já se animou a participar? Com certeza sim, e por isso já está se perguntando quem pode competir neste evento. Bem, maiores de 16 anos podem participar, mas se você tem mais de 40 anos, é obrigatório fazer um teste de esforço. Plus: Prêmios Além disso, se você não sabia, se você for o vencedor, seja em primeiro, segundo ou terceiro lugar em qualquer uma das três modalidades (Individual Masculino, Individual Feminino e Equipes), o Fuxion Radical Uasara te premiará! Este evento reconhece toda a sua dedicação, competitividade, esforço. Sim, sua tenacidade. E o melhor de tudo é que você não receberá apenas um troféu! Que, é claro, tem um grande valor, pois cada vez que você o ver na sua sala, lembrará por que é um verdadeiro campeão neste esporte cheio de adrenalina e aventura, mas também há uma quantia em dinheiro significativa para os três primeiros colocados em cada modalidade que chegarem à meta. Você se anima para esta competição de MTB? Então, leia o Regulamento do Fuxion Radical Uasara 2017, que já está disponível no site! Um dos eventos de ciclismo de montanha mais importantes do Peru. Abaixo, algumas perguntas frequentes: Ver Evento: Fuxion Radical Uasara 2017 Perguntas Frequentes: Qual é a data do evento? Qua 22 - Sáb 25 de Nov 2017. Qual é a modalidade? MTB, Maratona Local da corrida? Marcona, Ica Site para mais informações: radicaluasara.pe
Festival Inca Avalanche 2016: Mountain biking nas alturas incas
El pasado 1 de Mayo terminó una edición más del Festival In
TOP 5: Eventos de ciclismo no Peru em 2016
O ciclismo no Peru é um dos esportes de aventura mais amados, e é graças a eles que atividades relacionadas a este esporte são realizadas semanalmente em diferentes partes do país. Para aqueles que não sabem, nosso país possui milhares de rotas e lugares para pedalar, seja nas alturas como em Cusco ou Arequipa, talvez nas profundezas da selva ou tranquilamente no plano. O ciclismo no Peru é para todos os terrenos. A paixão dos ciclistas, aliada ao uso correto dos espaços naturais, resultou na realização de eventos muito populares, com a participação de atletas nacionais e estrangeiros, para quem isso representa uma grande experiência pedalar e competir nos diferentes cantos do país. Aqui estão os melhores eventos de Ciclismo no Peru em 2016, todos cheios de energia e muita adrenalina. Aventureiro, você tem que participar de pelo menos um. 1. Inca Avalanche Pedalar pelas terras incas é uma experiência incrível, mas pedalar e descer por 25 minutos nessas mesmas terras é sinônimo de pura adrenalina. Esta é uma das razões pelas quais ciclistas peruanos e estrangeiros participam do Inca Avalanche, um evento único no mundo, cheio de energia esportiva e natural. [caption id="attachment_2978" align="aligncenter" width="624"] Foto: Inca Avalanche-articulo[/caption] Esta corrida é considerada a competição de mountain bike mais extrema realizada nos Andes Peruanos. Além de extrema, é única, pois é uma largada em massa, estilo enduro, descida e não é dividida em etapas, mas sim uma corrida contínua por 1500 metros de descida vertical. Data do Evento: 25 de Abril - 1 de Maio Local: Ollantaytambo - Cusco Modalidade: Enduro - Downhill Website: http://www.incaavalanche.com/ 2. Reto Amazon Mountain Bikers O ciclismo no Peru se desenvolve em todas as regiões, desta vez vamos até a selva, onde a competição testa toda a sua habilidade técnica e física, pedalar sob um sol intenso e cheio de energia, representa um verdadeiro desafio para os amantes do ciclismo que buscam novos lugares e competições para participar. [caption id="attachment_2994" align="aligncenter" width="477"] Foto: Amazon Mountain Bikers[/caption] O Reto Amazon Mountain Bikers possui dois percursos, o primeiro de 28km especialmente para iniciantes, e o segundo de 43km para as categorias Elite e Master, apresentando subidas íngremes e descidas rochosas, onde os ciclistas devem saber usar sua técnica e, acima de tudo, dosar sua energia, já que o sol e a temperatura são fatores determinantes na competição. Data do evento: 19 de Novembro Local: Tarapoto, San Martín Modalidade: Rally Competitivo Todo Terreno Website: http://www.amazonmountainbikers.com/ 3. Santísimo Downhill: O Vale Sagrado dos Incas, local místico e cheio de energia, será novamente o cenário da 8ª edição deste grande evento que reúne dezenas de ciclistas de todo o mundo, que esperam descer vários quilômetros e superar os obstáculos naturais como fendas de água, troncos, caminhos rochosos. [caption id="attachment_2980" align="aligncenter" width="515"] Santísimo Downhill[/caption> Este ano, sua realização será alguns dias antes do Inca Avalanche, com o objetivo de reunir o maior número de competidores e dar-lhes a oportunidade de participar de duas competições de alto nível de dificuldade e adrenalina. Você tem duas boas razões para viajar para Cusco, dois eventos de ciclismo no Peru durante uma única semana. Data do Evento: 23 - 24 de Abril Local: Huayllabamba, Cusco Modalidade: Downhill Website: http://www.santisimodh.com/ 4. Campeonato Anual de Ciclismo Montaña Desde 2011, A Puro Pedal impulsiona o ciclismo no Peru, e por isso vem realizando este evento que atrai um grande número de ciclistas ao longo do ano. Realizado com o objetivo de popularizar o ciclismo em Lima, apresenta 6 etapas e duas modalidades. Atualmente, a competição é realizada em Olleros, Cieneguilla, Mala, Lurin, Pachacamac, e este ano, pela primeira vez, a competição sai de Lima em direção a Chincha. [caption id="attachment_2981" align="aligncenter" width="528"] Campeonato Anual de Ciclismo O interessante deste evento está em suas duas modalidades, onde o Rally, uma delas, atrai ciclistas que buscam praticar o esporte que amam, sem qualquer pressão para obter uma vitória. Para aqueles que buscam competir dentro da elite ciclística, há o Cross Country. Para todos! Data do Evento: Ao longo do ano Local: Olleros, Cieneguilla, Mala, Lurin, Pachacamac Modalidade: Rally - Cross Country Website: http://www.apuropedal.com.pe/ 5. Desafio do Condor - Radical Uasara Baseado no misticismo do voo do condor, em sua árdua tarefa ao descer da Cordilheira em direção às costas do Pacífico, foi criada esta competição que busca nos amantes do ciclismo o máximo de esforço físico e, sobretudo, mental para completar esta corrida única, que promete ser uma das mais reconhecidas nas atividades de ciclismo no Peru. [caption id="attachment_2982" align="aligncenter" width="485"] Radical Uasara Perú 2016 A competição ocorre no deserto peruano, onde os ciclistas devem estar preparados para atravessar terrenos rochosos, dunas, áreas de praia e cânions. São 283 quilômetros, divididos em 3 etapas. Mais detalhes do evento aqui >>> Radical Uasara Data do Evento: 25 - 27 de Novembro Local: Marcona, Ica Modalidade: MTB Maratona Website: http://www.radicaluasara.pe/ BONUS CICLISTA * Estampida Mara: Apesar deste evento ter ocorrido em janeiro, não podemos esquecê-lo. Lotado de dezenas de ciclistas, este evento é cheio de velocidade na maioria dos caminhos que compõem a rota, que começa no Cerro Sacro e desce por uma estrutura argilosa. Pedalar nos caminhos incas é uma experiência única e aparentemente é o grande motivo de muitos ciclistas para participar da competição, que é cheia de curvas rápidas, caminhos milenares e rápidos. Assista ao vídeo para entender melhor o que estamos falando. Ciclismo no Peru O ciclismo no Peru tem muitos apaixonados e representa uma grande cena deste esporte. A grande recompensa que os ciclistas recebem se reflete na experiência vivida, praticar seu esporte de aventura favorito em paisagens tão belas e milenares como as do Peru é realmente incrível. Nosso país é aventureiro, definitivamente.
2º Rally de Ciclismo de Montaña: Desafio Amazon Mountain Bikers 2015
El pasado fin de semana salimos de Lima, con el fin de llegar a la calurosa y tan querida ciudad de Tarapoto, destino indicado para hacer
A bicicleta como meio de transporte alternativo
A bicicleta como meio de transporte alternativo! Olá Aventureiros, sabemos que diariamente perdemos grande parte do nosso tempo presos no caos do trânsito, o próprio Andrew Younghusband, correspondente da Discovery Channel, fez alguns anos atrás uma reportagem sobre o tráfego e congestionamento em Lima. Diante desse caótico problema, nossos amigos do ‘Encuentros Sobre Ruedas’ decidiram buscar uma solução; E a verdade é que tudo o que você precisa é de uma bicicleta e vontade de pedalar. Se você pratica Cycling, este artigo é essencial para você. Claro! Nem tudo é tão bonito quanto parece, então não perca todos os detalhes desta reportagem com Peter Love e Encuentros Sobre Ruedas. A bicicleta como meio de transporte alternativo Bloco 1: Neste programa, quisemos revalorizar a bicicleta como meio de transporte alternativo e sempre, através da crítica construtiva, mostramos o problema e apresentamos a solução, nos acompanhem neste primeiro bloco, sim senhor! Bloco 2: Continuamos percorrendo diferentes ciclovias de Lima, nos deparando com uma série de obstáculos e situações complexas no dia a dia do ciclista urbano... Apresentamos algumas reflexões e também mostramos a municipalidade que, em nossa opinião, está trabalhando melhor nesse aspecto. Estamos nos referindo à municipalidade de San Borja. Venham conosco. Bloco 3: Neste terceiro bloco, conversamos com Susana, que se desloca diariamente por diversas ruas de Lima utilizando a bicicleta como meio de transporte. Ela também fala sobre os benefícios de fazê-lo com uma bicicleta dobrável. Depois encontramos Carlos Rojo, que introduziu as primeiras bicicletas dobráveis no Peru quando ninguém acreditava nelas... Muitos anos depois, elas fazem sucesso por onde passam!! O Dado: Em Lima, há mais de 2’200 000 veículos em circulação e muito poucas ciclovias implementadas corretamente. Mesmo que gostemos de sair De Aventura fora da cidade, devemos exigir segurança para que os ciclistas e outros esportistas percorram a cidade.
[Entrevista] Peter Love: Amor e Paixão pelo Ciclismo de Aventura.
Pedro Vilchez, mais conhecido como Peter Love, é condutor e fundador do programa de ciclismo 'Encontros sobre Rodas', também foi guia de Ciclismo de Montanha por mais de 10 anos e hoje conversamos com ele para que nos conte um pouco mais sobre este esporte e suas experiências sobre duas rodas pelo Peru. Se você é um fã de Mountain Bike, não perca esta entrevista De Aventura, que está incrível. SIM SENHOR. Encontros sobre Rodas é um programa que gira em torno da bicicleta, já que com ela se chega a muitos lugares, encontros, travessias, eventos esportivos. Basicamente, essa paixão por conhecer o Peru, por pedalar, é o motivo principal da criação do programa que agora é realizado por Peter Love. A seguir, vamos conhecer mais sobre Peter Love e seu amor pela bicicleta. Foto: Encontros Sobre Rodas por Peter Love Conte-nos, Peter Love, como você começou neste esporte? Uau, faz muitos anos, lembro que comecei a pedalar aos 9 anos, idade em que tive minha primeira travessia com meu grupo de amigos do bairro que já tinham bicicletas. Essa primeira travessia foi para Chorrillos, para ver o mar. Quando chegamos e vi o horizonte, me perguntei: O que haverá além do horizonte? Foi aí que tudo começou, ao longo do caminho as coisas foram acontecendo, passei de ciclista amador a algo mais profissional e assim surgiu o projeto 'Pelo pó dos caminhos', que buscava unir 7 países da América do Sul de bicicleta, levando uma mensagem de integração e intercâmbio cultural. Quais foram suas melhores experiências esportivas? Várias, na verdade a maioria das conquistas que tenho são pessoais, conquistas de vida. No caminho você encontra muitas pessoas, lugares diferentes, onde pode amanhecer um dia em frente a uma montanha nevada e no dia seguinte em frente ao mar. Tudo isso faz você entender que o mundo não é tão vasto e estranho como dizem, mas é exatamente o oposto. É aí que você se torna mais sensível e humano, e passa a valorizar mais o dia a dia, o respeito em geral, tanto pelas pessoas quanto pelos lugares que passa. Foto: Encontros Sobre Rodas por Peter Love Que tipos de ciclismo de montanha existem e em que se diferenciam? Bem, existem muitas modalidades de ciclismo de montanha e hoje em dia estão mais identificadas. Há 15 anos, o que hoje é a modalidade ENDURO chamávamos de FREERIDE. Sendo esta na realidade a que se caracteriza pelos grandes saltos em rampas com muitas acrobacias no ar. Também temos o CROSS COUNTRY, que é um percurso de campo com subidas e descidas de 8 a 10 km, que não são tão verticais ou vertiginosas como o DOWNHILL, no qual você tem que descer em alta velocidade com muita técnica, com rampas, obstáculos, drops, Wall rides, etc. A modalidade com maior crescimento mundial tem sido o ENDURO, que é uma sinergia entre Downhill e Cross country; e quem está na liderança é o Chile. Como está o desenvolvimento deste esporte no Peru? Bem, o ciclismo de montanha está emergindo de forma vertiginosa, lembro que em Pachacamac, que foi nos anos 90 o paraíso do Mountain Bike, apenas 4 a 5 pessoas iam, era um grupo muito pequeno, mas agora você vai e vê centenas de pessoas praticando ciclismo e até os eventos têm mais aceitação. Por exemplo, em Cusco, em meados de 2000, não se pedalava tanto, mas começaram as corridas organizadas por ciclistas internacionais como o Inca Avalanche, e a partir disso ano após ano foi crescendo até que Cusco se tornou o atual paraíso do ciclismo de montanha, tanto pelos circuitos, paisagens e cultura, também tem as estradas adequadas para competições classificatórias para o campeonato mundial de ciclismo; nestas competições são atribuídos pontos UCI (União Ciclística Internacional). Foto: Encontros Sobre Rodas por Peter Love O que é necessário para começar neste esporte? Vontade, gosto, PAIXÃO como em tudo. Justamente Encontros sobre rodas, embora se concentre no ciclismo, também sou apaixonado por Esportes de Aventura, por exemplo, recentemente em Lunahuaná, fizemos Rafting com toda a adrenalina de percorrer os rápidos, é uma experiência espetacular. Tudo com técnica, gosto e paixão ajuda a desenvolvê-lo, seja ciclismo, canoagem, parapente, trekking, etc. Quais rotas você recomendaria para quem deseja começar no ciclismo de montanha? Uau, temos muitas rotas de ciclismo desde Pachacamac ou o Morro Solar, onde você pode fazer todos os níveis de ciclismo de montanha. Há circuitos por toda parte, até mesmo no ciclismo urbano ajuda a melhorar a técnica de manobrabilidade do ciclista de montanha, passando por atalhos, parques, escadas, lombadas, quebra-molas, etc. Tudo isso desenvolve o ciclista. Quais lugares você conheceu graças ao ciclismo? Uau, a América do Sul de bicicleta me levou a conhecer pessoas incríveis e não apenas lugares, por exemplo, no Brasil fui convidado para o Clube Palmeiras para fazer uma exposição da minha travessia. Para eles, os ciclistas viajantes têm algo bom para contar e você vê que a bicicleta te leva a esse tipo de encontros. Como as Cataratas do Iguaçu, o Deserto do Atacama e muitos outros. Eu acredito que a bicicleta é o catalisador da minha vida para torná-la mais incrível, porque me fez descobrir o mundo de uma maneira diferente. Foto: Encontros Sobre Rodas por Peter Love Você é o fundador de Encontros sobre Rodas. Como surgiu a ideia e o que oferece aos aventureiros? Encontros sobre rodas nasceu com o propósito de mostrar ao público o Peru de uma perspectiva diferente. Porque, viajar de bicicleta produz uma sensação completamente diferente, você vai capturando cores, cheiros, aromas, circunstâncias que se você viaja de carro, moto ou avião, não percebe. Em vez disso, de bicicleta você vai absorvendo tudo isso, e a partir disso, surge Encontros sobre rodas, somado ao fato de que eu já vinha pesquisando há anos sobre ciclismo e aventura. Agora, além de travessias, mostramos outras alternativas para conhecer o Peru, como em Salcantay, onde fizemos uma parte Off Road, outra de ciclismo e outra de Trekking. Que conselhos você daria para aqueles que desejam praticar este esporte? Que subam em uma bicicleta e vejam se gostam, porque tudo começa com paixão, se você não se apaixona, não se encanta pelo que está fazendo, nada funciona, é preciso identificar isso, porque as pessoas serão mais felizes quando identificarem seus potenciais e o que gostam. Como em Encontros sobre rodas, vimos que é importante mostrar às pessoas as possibilidades de turismo de aventura. Sabemos que os Esportes de Aventura e o Turismo estão emergindo e agora nosso objetivo é que o programa seja transmitido na televisão nacional em breve. Peter Love, muito obrigado pela entrevista :) Foto: Encontros Sobre Rodas por Peter Love AQUI ESTÁ O VÍDEO COM A ENTREVISTA COMPLETA COM PETER LOVE, NÃO PERCA, SIM SENHOR. Vídeo: De Aventura com Peter Love (Encontros sobre Rodas) Se sua paixão é o mountain bike, convidamos você a se juntar à comunidade de ciclistas peruanos
10 dicas ou conselhos para ciclistas de montanha
Antes de sair de casa para pedalar, leia essas 10 dicas ou conselhos para ciclistas de montanha. Leve em consideração essas dicas e comece sua aventura de bicicleta. conselhos para ciclistas: 1. INFORME-SE. Antes de sair de casa para pedalar, busque informações sobre rotas para ciclistas que você pretende fazer, lembre-se de que o clima é imprevisível, as mudanças na montanha podem ser rápidas e violentas. Além disso, leve em consideração sua condição física e preparação para realizar e completar o percurso escolhido. 2. REVISÃO TÉCNICA. Este ponto é básico para todo ciclista, se você não quer ter surpresas desagradáveis durante seu percurso, faça uma boa verificação nos pneus, marchas, freios, guidão, parafusos e todos os aspectos que considerar necessários para garantir um bom pedal. Veja também essas dicas para ciclistas: como remendar um pneu de bicicleta durante o percurso. 3. KIT CICLISTA. Depois de verificar a bicicleta, certifique-se de estar preparado para qualquer imprevisto, seja seu ou de algum companheiro. Organize um kit técnico que deve incluir remendos, chaves ou uma ferramenta múltipla, bomba de ar, câmara de reposição, documentos, dinheiro, roupas quentes e celular carregado. 4. PREPARE SEU CORPO. Se você vai seguir um percurso longo e exigente, precisa ter uma boa alimentação e hidratação prévia. Consuma alimentos nutritivos e de fácil digestão como banana, suco de laranja, iogurte ou cereais, isso garantirá energia suficiente para sua aventura de bicicleta. Quanto à hidratação, beba água antes de sentir sede (não exagere) ou em intervalos de 20 minutos. Ter uma boa alimentação é um dos grandes conselhos para ciclistas. 5. SIGA SEU RITMO. Cada um tem um estilo, ritmo e treinamento diferentes, aceite isso e não tente acompanhar o ritmo dos outros. Comece devagar e aumente progressivamente a pedalada. Não acelere desnecessariamente, você desperdiçará energia que precisará mais tarde. Se sair em grupo, agrupe-se antes e depois das descidas. 6. VESTIMENTA. Leve e confortável de acordo com o percurso e a estação. Por exemplo, no inverno é recomendável um casaco térmico impermeável que o protegerá da chuva e do vento. Além das roupas, vista os acessórios de segurança obrigatórios no mountain bike: capacete, óculos, luvas e tênis adequados. Veja também essas dicas para ciclistas: um bom capacete para ciclista. 7. TREINAMENTO SEMANAL. Muitos saem para pedalar apenas nos fins de semana. Treinar durante a semana pode ser complicado para alguns, mas pedalar uma hora dois dias por semana será de grande ajuda para seu progresso em técnica, físico e evitará lesões em percursos mais longos. 8. NÃO SE APRESSE. Todos já sentimos aquela raiva quando outro ciclista nos ultrapassa, e a primeira reação é segui-lo para não ficar para trás. Erro, mantenha a calma, cada um tem seu próprio desempenho e velocidade, a melhor maneira de progredir nesse esporte de aventura é manter seu ritmo de acordo com seu limite. 9. PERCURSO. A natureza é muito importante para todos, mas especialmente para os atletas de aventura, pois graças a ela podemos desfrutar de paisagens e percursos incríveis. Respeite-a e não cruze por "qualquer" caminho que lhe ocorra, não derrape desnecessariamente e proteja os lugares por onde passar. E para finalizar essas dicas para ciclistas: 10. LIMPEZA. Depois de um bom pedal, dê uma leve limpeza na sua bicicleta. A lama, poeira e graxa são as principais causas do desgaste de algumas partes importantes de nossa bicicleta. Limpe-a com jatos de água, evitando pedais, marchas e corrente. Depois de remover a sujeira, você pode adicionar algumas gotas de óleo à corrente e engrenagens. Siga algumas dessas dicas para ciclistas e comece sua aventura.
Avalanche Inca 2015
No último fim de semana, saímos de Lima carregados de emoção para viver uma super aventura de Ciclismo de Montanha. Esta competição foi nada mais, nada menos que o Inca Avalanche 2015, realizada na cidade imperial de Ollantaytambo. Viajamos cerca de 1 hora e meia de Cusco até Ollantaytambo; Lá passamos todo o fim de semana cercados de adrenalina, emoção e ciclistas de todo o mundo. Esta é a 15ª edição do Inca Avalanche realizada no Peru e em nenhuma edição havia tido um campeão peruano, até agora... Primeiro as informações, o que é o Inca Avalanche? Esta corrida é classificada como a competição de ciclismo de montanha mais extrema realizada nos Andes Peruanos. Além de extrema, é única, pois é uma largada em massa, estilo enduro, descida e que não se divide em etapas, mas é uma corrida contínua por 1500 metros de descida vertical durante 25 a 30 minutos, dependendo do nível do competidor. O ponto de partida da corrida foi na localidade de Abra de Málaga a 4550 m.s.n.m, bem atrás do nevado Verónica. Os competidores podiam usar qualquer parte da montanha em busca da melhor rota possível até o ponto de chegada, localizado na vila de Tacnacc a 2800 m.s.n.m. Participaram 180 ciclistas de diversas partes do mundo: Bolívia, EUA, Brasil, Chile, Nova Zelândia, Canadá, Inglaterra, Alemanha e, é claro, do Peru. Corredores de Lima, Arequipa, Carhuaz, Juliaca, Apurímac, Abancay, Puno e Cusco foram nossos representantes nacionais. A competição foi dividida em duas datas: Uma no sábado, onde seria realizada a descida classificatória para estabelecer a ordem de largada, e outra no domingo, dia da corrida final do Inca Avalanche. Sábado, 16, dia de classificação. O ponto de encontro para os corredores foi a praça central de Ollantaytambo, onde embarcariam em caminhonetes, ônibus e caminhões rumo a Abra de Málaga. A primeira manga classificatória seria realizada às 11h e a segunda às 15h, o melhor tempo das duas mangas estabeleceria a ordem de largada no dia da corrida. Foi um dia intenso, difícil e cheio de adversidades no caminho. Antes do início da primeira manga, foi realizada a oferenda de agradecimento aos Apus pela proteção dos corredores. Imediatamente depois, a primeira manga classificatória teve início. Com todos os ciclistas posicionados, iniciou-se a primeira descida classificatória; a massa de corredores partiu com muita agressividade, sem se importar com a rota lamacenta que os aguardava. Após 18 km de descida, o melhor tempo foi obtido pelo peruano Alejandro Paz com 21 minutos e 17 segundos, garantindo-lhe a partida na primeira fila (15 ciclistas por fila) na final. Domingo, 17, Grande Final Chegou o grande dia, a partir das 8 da manhã os ciclistas foram se reunindo na praça para se dirigirem ao ponto de partida. A final começaria às 12h30 e seria uma única descida, uma única tentativa, era o momento do 'Tudo ou Nada', o "Agora ou Nunca". Até aquele momento, os favoritos eram o peruano Alejandro Paz e a brasileira Luana Oliveira após terem vencido suas respectivas classificatórias. A largada foi espetacular, ver 180 ciclistas saindo rapidamente em massa em busca de uma descida quase impossível, pelas montanhas, encostas, rampas e trilhas que cruzassem seu caminho, foi literalmente algo de loucos. Entre os corredores havia homens, mulheres e crianças a partir de 12 anos. Na chegada, mais de 150 espectadores aguardavam ansiosos para ver todos os ciclistas cruzarem aquela linha final. O primeiro a chegar foi Alejandro Paz com um tempo de 22 minutos e 3 segundos, seguido de perto por Yannick Wende com 22 minutos e 59 segundos. A brasileira Luana Oliveira chegou à meta apesar do furo de seu pneu traseiro. Por volta das 14h, a corrida terminaria em meio a um clima de euforia, cansaço e companheirismo. Os vencedores foram: A) Na categoria Elite Masculino: Alejandro Paz. Yannick Wende. Mitch Chubey. Gerardo Zambrano. Sadhu Low. B) Na categoria Elite Feminino: Joni Wirts. Estela Acurio. Christine Dern. Luana Oliveira. Nicole Koch Como parte da premiação do Inca Avalanche, foi realizada uma exibição de saltos em rampa na praça central de Ollantaytambo. Após a cerimônia de premiação, começou a festa de encerramento com uma chuva de fogos de artifício sobre o céu de Ollantaytambo e continuou com a música do grupo Maná interpretada por Fer do programa Yo Soy. DADO DE AVENTURA: Este é o primeiro ano, após 15 edições do Inca Avalanche no Peru, que um ciclista peruano vence, por isso queremos parabenizar nosso campeão Alejandro Paz por essa tremenda conquista. Aventura no INCA AVALANCHE. Se você quer viver esse tipo de experiências, JUNTE-SE à Comunidade e fique por dentro dos eventos de Aventura. Veja também: “Primeiro rally de ciclismo: Reto Amazon Mountain Bikers” Como consertar seus pneus em pleno caminho Pedalando pelas crianças Sebastián Alfaro: Um foguete sobre rodas
Como consertar seus pneus em pleno caminho
Um dos problemas mais comuns no ciclismo são os furos em um pneu durante o percurso. Aqui, no Peru, isso ocorre com muita frequência devido às rotas, caminhos e inclinações que muitos ciclistas percorrem. Neste post, mostraremos como resolver esse problema de forma adequada e simples. Portanto, preste atenção e siga estes passos para qualquer emergência durante o percurso. Foto: Bicimecanica Primeiro, vamos ver quais ferramentas precisamos para montar nosso Kit contra furos: Remendos, desmontadores, inflador portátil, cola e papel de lixa. Foto: fransaiz 1- Retire o tubo. Usando os desmontadores, precisamos remover o tubo furado do pneu. O que você deve fazer é inserir uma extremidade dos desmontadores entre o aro e a borda do pneu, e fazer alavanca para poder desmontar o pneu. Às vezes é necessário afrouxar um pouco os freios para remover o pneu mais facilmente. Foto: enbicipormadrid 2 - Localize o furo. Infle o tubo o suficiente para que a pressão de ar possa sair e nos permitir localizar o furo rapidamente. Para encontrar o furo, você deve ter paciência e percorrer centímetro por centímetro do seu tubo. Você pode localizá-lo mais facilmente submergindo o tubo em água ou simplesmente passando o tubo perto da orelha até ouvir e notar a saída de ar. Foto: pad3.whstatic 3- Revise seu pneu. Depois de localizar o furo, passamos a verificar o pneu para encontrar o objeto que causou o buraco. Se encontrarmos, removemos e continuamos verificando o restante do pneu para prevenir outros furos. A maioria dos furos ocorre na parte externa do pneu, mas às vezes, os raios de nossos pneus também podem ser os causadores dos furos, por isso, é recomendável usar uma proteção entre o aro e o tubo. Foto: 4.bp.blogspot 4- Aplique o remendo. Esta é a parte em que você deve prestar atenção a todos os detalhes. Para colar o remendo, primeiro você deve lixar suavemente a área do buraco para que o remendo adira melhor. Em segundo lugar, você deve manter o tubo tenso para que o remendo cole corretamente. Em seguida, adicionamos uma boa quantidade de cola sobre o local do furo e deixamos secar por entre 30 segundos a 1 minuto e meio. Agora, colocamos o remendo e o colamos exercendo muita força sobre o tubo por aproximadamente 10 minutos. Foto: cyclecity 5- Remonte seu pneu. Para fazer isso, infle levemente seu tubo. Antes de montar o pneu no aro, devemos inserir o tubo entre o pneu e o aro, começando por localizar corretamente a válvula (ou bico). Em seguida, só precisamos ajustar bem todos os componentes do pneu. E finalmente, infle o pneu e faça-o rodar para que se acomode naturalmente ao aro. Agora, basta colocar seu pneu de volta na sua bicicleta e inflá-lo para continuar seu percurso. Foto: surconewyork Lembre-se de sempre levar a proteção adequada e seu kit anti-furos para que nada interrompa suas aventuras. Veja também: John Tomac: A essência do Mountain Bike. Como escolher sua bicicleta de acordo com seu tamanho. Sebastián Alfaro: Um foguete sobre rodas Elite do ciclismo mundial presente na VIII edição do Tour de San Luis Pedalando pelas crianças
"Primeiro rally de ciclismo: Desafio Amazon Mountain Bikers"
No último sábado, 29 de novembro, foi realizado o primeiro rally de mountain bike "Desafio Amazon Mountain Bikers" na localidade de San Roque de Cumbaza, localizada a uma hora da cidade de Tarapoto. Parte da equipe De Aventura esteve presente para participar do evento e poder contar como foi esta nova aventura na selva. Tudo começou no sábado às 7h30 da manhã, os participantes chegaram ao ponto de encontro na cidade de Tarapoto para serem levados até o local do evento. Durante o trajeto, pudemos apreciar as belas paisagens de nossa selva, cheias de paz, natureza, vida e um pouco de mistério. Ao chegarmos em San Roque, nos deparamos com um ambiente perfeito para o mountain bike; o clima estava ameno, sem muito sol e com uma leve garoa. O trecho da competição foi de 21 km, e estava repleto de subidas, descidas, planícies, caminhos estreitos, trilhas e uma quantidade incrível de vegetação ao nosso redor. Esta rota foi especialmente criada para este rally de ciclismo e, verdade seja dita, foi incrível. Muitos ciclistas que vieram de diferentes lugares do Peru ficaram impressionados com este belo, porém desafiador percurso. Os participantes descarregaram suas bicicletas e começaram a ajustar os últimos detalhes antes da largada. Nos momentos que antecederam o início do rally, sentia-se um excelente ambiente, cheio de confraternização, emoção, aventura e muita energia positiva. Logo chegou a hora da largada, por volta das 11h, os ciclistas foram saindo em grupos, de acordo com as categorias: 1.- Open de 18 a 29 anos. 2.- Open master de 30 anos ou mais. 3.- Open feminino de 18 anos ou mais. 4.- Open novatos de 18 anos ou mais. 5.- Novatos Júnior de 15 a 17 anos. Na linha de partida havia mais de 50 competidores prontos para pedalar. O início do rally marcou o ritmo para muitos ciclistas, os mais experientes e preparados tomaram uma leve vantagem nos primeiros quilômetros. Durante o percurso, também houve ciclistas atrasados devido a problemas técnicos, mas graças aos moradores da região, que prestaram ajuda a muitos ciclistas, eles puderam continuar e concluir a corrida. Após completarem os 21 km do percurso, foi iniciada uma exibição de saltos e manobras em BMX, enquanto os competidores do rally descansavam, recuperavam as forças e se preparavam para a premiação. O melhor tempo da competição foi de 69 minutos, conquistado por Elmer Gonzales Ocas, em segundo lugar chegou Luis Fuster com 72 minutos e em terceiro lugar Lenin Mesias Jimenez com 76 minutos. Para nós, foi uma experiência inesquecível, tanto pela organização, pelo percurso, pelo ambiente, pelos participantes, pela preservação da natureza, mas acima de tudo, pela união que um esporte tão exigente como o ciclismo gerou. No dia seguinte, ocorreu a 4ª edição do "Amazon Race Forest", um circuito de três categorias: 10, 21 e 42 km, cheios de selva, montanha e um calor intenso, que tornaram esta corrida de montanha (Trail Running) um desafio excepcional para todos os corredores. Por fim, gostaríamos de agradecer ao Amazon Mountain Bikers e a Bruno Mendoza, pela excelente organização e por todas as facilidades que nos ofereceram durante nossa estadia em Tarapoto, sem dúvida, quando as coisas são bem feitas, grandes resultados são obtidos. Esperamos que os esportes de aventura continuem sendo divulgados por todo o país e que cada vez mais sejamos mais aventureiros que compõem esta grande comunidade.
Muni ou monociclo de montanha
Todo o mundo está familiarizado com o ciclismo de montanha, um esporte extremamente exigente e arriscado. Mas como se não fosse suficientemente divertido, uma nova modalidade surgiu: O Monociclo de montanha, um esporte de aventura que consiste em percorrer terrenos acidentados em um monociclo. Este esporte também conhecido como 'muni' é realizado em terrenos semelhantes aos da bicicleta de montanha. No entanto, o muni requer muito mais atenção e equilíbrio dos atletas. Foto: KrisHolm O Muni geralmente tem um design especial: são equipados com eixos fortes, pneus grandes, pedais de alto agarre e quadros robustos. Alguns também são equipados com aro ou freios a disco, tendo a alavanca montada sob o nariz do selim. O freio ajuda principalmente a compensar a força de descida, enquanto pilotos mais experientes também o utilizam para desacelerar ou parar. Para aqueles que desejam iniciar neste esporte, terão que praticar muito e dominar tanto o equilíbrio quanto seu desempenho físico, pois assim como o ciclismo de montanha, este esporte requer muita força e resistência. Foto: Nozzhawk.com O monociclo também requer um design especial para aproveitar ao máximo o terreno onde é praticado. Portanto, um monociclo de montanha deve ter pneus resistentes, quadros robustos, pedais de alto agarre, selim anatômico, entre outras coisas. Alguns modelos vêm com freios a disco ou freios de aro para máxima segurança. Esses sistemas são controlados por uma alavanca montada logo abaixo da cabeça do selim, onde o piloto se sentará. Foto: Learnthis.ca No mercado já existem algumas marcas dedicadas a projetar esses monociclos de montanha como: Kris Holm, Nimbus e Torker. Quando for comprar um monociclo de montanha pela primeira vez, uma das qualidades mais importantes a se considerar é o tamanho. O tamanho adequado dependerá do seu tamanho, comprimento das pernas, peso, etc. Em relação ao preço dos monociclos, variam de $300 a $900, dependendo do tamanho, marca, qualidade dos pneus e outras considerações. Foto: Thatsxtreme Você está pensando em dar uma chance ao Muni? Lembre-se de que o primeiro passo é praticar em terreno plano, antes de se aventurar em alguma colina ou montanha. No início, exigirá muita prática e esforço, mas uma vez que você dominar, nada poderá te deter. Veja também: Como consertar seus pneus em pleno percurso Sebastián Alfaro: Um foguete sobre rodas John Tomac: A essência do Mountain Bike “Primeiro rally de ciclismo: Desafio aos Mountain Bikers da Amazônia”
Pedalando pela aventura infantil
No último domingo, 26 de outubro, foi realizada a primeira pedalada contra a leucemia e o câncer infantil em Lima. Este evento foi organizado pela ONG 'Anjos dos Areais' e ocorreu a partir das 8h, no distrito de Miraflores, exatamente na interseção entre José Pardo e Arequipa. A comunidade De Aventura esteve presente, apoiando e colaborando, por isso trazemos um pequeno resumo dessa bela experiência em ajuda às crianças. Os participantes compareceram bem cedo, todos prontos e cheios de energia para pedalar juntos por uma nobre causa. O percurso dos atletas foi do ponto de encontro, o Ovalo de Miraflores, até a quadra 1 da Avenida Arequipa. Foi uma ida e volta que uniu muitos ciclistas conscientes da gravidade dessa terrível doença. Ao final do percurso, muitos prêmios foram distribuídos entre os presentes, competidores e familiares; Foi uma manhã de domingo para ajudar e praticar esporte, tudo em um só lugar. Queremos fazer uma menção especial aos patrocinadores e organizadores, que garantiram que a pedalada tivesse todas as medidas de segurança, organização e premiação adequadas. Entre eles estão Specialized, Fitbike, Bicicentro, KHS, Hollywood backs, Motion, La lucha, Ciclovia, a prefeitura de Miraflores, Equipak, Night Vision, Lyonus e, é claro, nossa comunidade De Aventura. Por outro lado, nossas felicitações e apoio aos Anjos dos Areais, que lutam para ajudar os mais necessitados, especialmente as crianças com câncer e leucemia. Seu principal objetivo é a criação do Primeiro Hospital Oncológico Hematológico inclusivo no Peru. Graças a eles e aos ciclistas que colaboraram na luta pela mudança na saúde infantil. Veja também: “Primeiro rali de ciclismo: Desafio Amazon Mountain Bikers” Mountain Bike Quantas modalidades existem? Como consertar seus pneus em pleno percurso
Sebastián Alfaro: Um foguete sobre rodas
Sebastián Alfaro nasceu em 11 de janeiro de 1997 e, com apenas 17 anos, já é um dos ciclistas de montanha com maior projeção no Peru e, por que não dizer, do mundo. Com seus 1,78 metros de altura e 71 quilos, Alfaro conquistou grandes vitórias em todas as categorias em que competiu; até agora, seu maior feito foi obter o 6º lugar na categoria Júnior no Campeonato Mundial de Downhill realizado este ano na Noruega. Foto: Rpp.com.pe A história deste campeão juvenil começou aos 3 anos, durante uma viagem em família a Pachacamac. Seu pai conta que Sebastián pulava os montes de areia sem medo algum, deixando-os impressionados. Aos 9 anos, ele participou de sua primeira competição de ciclismo de montanha, a qual venceu. No final da corrida, prometeu nunca deixar de competir em uma única corrida. E ele cumpriu essa promessa! Foto: Fanpage Sebastian Alfaro Em cada corrida, Sebastián enfrenta percursos cheios de obstáculos, pedras, areia, saltos, degraus e curvas que exigem muita técnica. Para dominar esses circuitos, 'O Foguete', como é conhecido neste esporte, treina todos os dias antes e depois da escola. Para ele, o apoio de sua família é muito importante, eles sempre são seu guia e motivação. Foto: Montenbaik.com Sua primeira medalha de ouro na categoria de cadetes veio no México, no Campeonato Pan-Americano de 2012. Este campeonato foi um prêmio por sua dedicação, esforço e trabalho. Alfaro voltou a ganhar o ouro em 2013 na Argentina, demonstrando assim seu talento e ambição em dominar a competição. Foto: Fanpage Sebastian Alfaro Sebas afirma que "O sacrifício vale a pena porque esta é minha paixão" Foto: Fanpage Sebastian Alfaro Este ano, Sebastián se consagrou em 6º lugar no mundial de Downhill na Noruega na categoria Júnior, sendo seu primeiro ano nesta competição internacional. Isso marca o início de sua carreira profissional, e seu próximo objetivo é competir em todas as copas do mundo e conquistar uma boa posição no ranking mundial. Foto: Serperuano.com Antes de continuar competindo no exterior, Sebastián se consagrou Campeão Nacional de Downhill, em 21 de setembro, no circuito do Morro Solar de Chorrillos. Prêmios de Sebastián: Campeão nacional de Down Hill - Categoria Júnior no Peru 2014 6º lugar no Campeonato Mundial MTB - Categoria Júnior na Noruega 2014 Medalha de Ouro no Pan-Americano DH - Categoria Cadetes, na Argentina 2013 5º lugar no Fox Air DH - Categoria Júnior em Crankworx / Whistler 2013. 8º lugar no Garbanzo DH - Categoria Júnior em Crankworx / Whistler 2013. Medalha de Ouro no Campeonato Nacional de DH - Categoria Cadetes no Peru 2013 Medalha de Ouro no Pan-Americano DH - Categoria Cadetes no México 2012 Medalha de Ouro no Campeonato Nacional de DH - Categoria Cadetes no Peru 2012. 1º lugar no Campeonato nacional da Argentina - Categoria Cadetes (Convidado) Argentina 2012. 1º lugar no Campeonato nacional da Bolívia - Categoria Cadetes (Convidado) Bolívia 2012 Assim como Sebastián, você também pode explorar essa paixão pelos esportes de aventura e compartilhar suas melhores experiências com nossa comunidade.
John Tomac: A essência do Mountain Bike.
Uma bicicleta, uma descida e um objetivo; era tudo o que John Tomac precisava para ser feliz. Considerado uma lenda do Mountain Bike (MTB) por sua tenacidade, versatilidade, potência e coragem; John conquistou em seus 20 anos como profissional elite, 10 campeonatos nacionais (EUA) em quase todas as modalidades em que competiu. foto: www.galeon.com Esta lenda nasceu em 1967 na cidade de Owosso, Michigan e desde pequeno conheceu o amor de sua vida; era pequena, leve e com duas rodas, aquela BMX que ele montou aos oito anos na fazenda de seus pais conquistou seu coração. Aos 17 anos, John já competia profissionalmente nesta categoria, mas aos poucos se aventurou em percursos mais longos, chegando assim ao Mountain Bike (MTB). Foto: retrobike.co.uk Em 1988, Tomac já estava totalmente dedicado ao MTB, nesse ano e no seguinte conquistou os campeonatos nacionais da categoria. Logo antes de alcançar sua maior conquista em 1991, quando se tornou campeão do mundo de Cross Country (XC) e vice-campeão mundial de Down Hill (DH) na Itália, usando a mesma bicicleta, algo que nos dias de hoje seria inimaginável. foto:esmtb.com Tomac venceu o campeonato mundial de XC em 1992 usando uma bicicleta totalmente rígida e com guidão de estrada, configuração que ele implementou a partir de 1990. Nesse mesmo ano, ele conquistou o título geral da Copa do Mundo, garantindo seu lugar no hall da fama do Mountain Bike. Foto:esmtb.com Sua excelente condição física e grande técnica para descer ladeiras em alta velocidade o levaram a ser considerado o melhor ciclista da história do MTB e a fazer parte de grandes equipes como: Yeti, Tioga-Raleigh, Giant e Tomac Racing. Durante a era dourada dos corredores norte-americanos, John teve que competir contra outras estrelas do MTB como Tinker Juarez ou Ned Overend, com quem teve batalhas gloriosas. Sua última medalha nos mundiais foi em 1997, conquistando o vice-campeonato na Suíça na modalidade de DH. Foto:Tumbler.com Ele se despediu da competição em 2000, embora tenha retornado quatro anos depois, vencendo o Kamikaze Downhill, nesse ano e no seguinte. Foto:sicklines.com John Tomac tem sido uma fonte de inspiração para muitos atletas, sua determinação, decisão e coragem são a essência de todo ciclista de MTB, não podemos imaginar o que Tomac poderia ter feito nos dias de hoje, com os avanços tecnológicos no esporte, mas algo de que temos certeza é que o ciclismo de montanha é um esporte que corre nas veias. Se você é amante do ciclismo de aventura e pratica as diversas modalidades de Mountain Bike, junte-se à nossa comunidade de esportes de aventura e compartilhe suas viagens e experiências conosco.
Mike Horn: Uma lenda da aventura.
Mike Horn é um explorador lendário, considerado por muitos uma lenda viva da aventura. Não é difícil entender porquê, depois de dar a volta ao mundo de barco seguindo a linha do equador, atravessar a Amazônia a pé e nadando, enfrentar o Polo Norte no inverno ou escalar o K2 sem ajuda de oxigênio auxiliar; podem chamá-lo como quiserem, sabemos que ele continuará vivendo de aventuras. Filho de professores universitários, Mike nasceu em Joanesburgo em 16 de julho de 1966. Durante sua infância, gostava de escalar ao ar livre, fazer longos passeios de bicicleta e pescar com sua família. Mike era um jovem desafiador, mas foi durante o serviço militar que aprendeu a sobreviver. Esteve em Angola aos 18 anos: "Descobri que alguém fará qualquer coisa para se manter vivo". Foto: Media.outsideonline Ele frequentou a Universidade de Stellenbosch, no Cabo Ocidental, África do Sul. Lá, estudou Ciências do Movimento Humano. Trabalhou em ciências do esporte até os 24 anos, quando renunciou e se mudou para a Suíça. A partir desse momento, Mike iniciou uma série de expedições ao redor do mundo. Casou-se com Cathy Horn e tem duas filhas, Annika e Jessica. Atualmente, Horn navega pelos oceanos como capitão da embarcação de expedição "Pangea". Foto: Red bull Expedições: Amazônia A primeira grande expedição de Mike foi em abril de 1997: Foram 6 meses de travessia solo pela América do Sul. Ele começou a pé do Oceano Pacífico até chegar à nascente do rio Amazonas nos Andes peruanos. Uma vez lá, desceu os 7 mil km do rio Amazonas em um Hidrospeed, até o Atlântico. Foto: kickasstrips.com Latitude Zero Sua próxima viagem foi em 1999, desta vez Mike embarcou em uma jornada de 18 meses, dando a volta ao mundo seguindo a linha do equador. Sua viagem foi a pé e à vela. Partiu do Gabão e atravessou o Atlântico até o Brasil em veleiro. Em seguida, atravessou o Brasil e o Equador de canoa, bicicleta e a pé. Após cruzar o Pacífico, chegou à Indonésia passando pelas Ilhas Galápagos. Depois, atravessou Bornéu e Sumatra a pé, antes de atravessar o Oceano Índico. Finalmente, cruzou a África a pé pelo Congo e Gabão, onde encerrou a primeira circunavegação solo do mundo ao redor da linha do equador. Foto: kickasstrips.com Ártico Esta foi uma expedição de 2004 na qual Mike deu a volta ao mundo no Círculo Polar Ártico. Foi uma viagem que fez sozinho e que durou dois anos e três meses. Não pôde usar nenhum transporte motorizado ao longo da rota impossível de 20.000 km. A rota de Mike foi a seguinte: Partiu da Noruega em Cabo Norte e seguiu por Groenlândia, Alasca, Canadá, Estreito de Bering e Sibéria russa antes de chegar a Cabo Norte. Foto: Mikehorn.com Polo Norte Para esta aventura, Mike foi acompanhado pelo explorador norueguês Borge Ousland. Juntos embarcaram em uma jornada de 60 dias em esquis sem cães ou transporte motorizado durante a noite ártica. Durante dois meses, a dupla caminhou na total escuridão e muitas vezes em gelo fino. Foto: Mikehorn.com Himalaia Em 2007, Horn e mais três alpinistas profissionais alcançaram o cume do Gasherbrum 1 (8035m) e do Gasherbrum 2 (8068m) sem a necessidade de oxigênio auxiliar. Inicialmente, pretendiam escalar quatro montanhas do Himalaia, mas o mau tempo não permitiu. Mike usou sua voz interior para conseguir alcançar os cumes. Foto: Mikehorn.com Pangea Recentemente, Mike tornou-se capitão do navio de expedição "Pangea" e convidou Jovens Exploradores de 15 a 20 anos de todo o mundo para viajar pelos oceanos e continentes. Horn e sua expedição realizam projetos ecológicos e sociais sob o lema "Explorar, Aprender e Agir". Foto: Parismatch.com Assim como Mike, descubra também o seu próximo destino de aventura e compartilhe sua experiência conosco.
Mountain Bike: Quantas modalidades existem?
O mountain biking (MTB) é considerado um Esporte de Aventura, é um ciclismo de competição realizado em circuitos naturais, geralmente, através de florestas por caminhos estreitos com subidas íngremes e descidas muito rápidas. No Peru, temos muitas rotas para praticar ciclismo, destacando-se aqui. Algumas das especialidades e competições são reguladas pela UCI (União Ciclística Internacional), enquanto outras são disputadas de forma amistosa. Para a prática deste esporte, é indispensável o uso de capacete integral, joelheiras, cotoveleiras, protetores de costas, protetores de pescoço, luvas e tênis adequados. XC - Cross Country A modalidade mais popular e comum do MTB. Aquela vista nas competições de Mountain Bike e praticada pela grande maioria dos usuários. Ou seja, consiste em atravessar montanhas em alta velocidade, pedalando com força, com a diferença de que se circula praticamente todo em pistas planas. Tipo de Bicicletas: rígidas ou de dupla suspensão. Suspensões normalmente com 100mm de curso e pneus entre 1.9 e 2.2 de medidas. XC - Cross Country Maratona Igual ao Cross Country, mas com percursos muito mais longos. Subidas e descidas técnicas e muitos quilômetros de pedalada. Geralmente praticada em competição, embora uma saída de mais de 60 km também possa ser considerada maratona. Nesta modalidade, a resistência cardiovascular do corredor prevalece sobre seu nível técnico. Tipo de Bicicletas: Rígidas ou de dupla suspensão muito leves. Suspensões normalmente com 100mm de curso e pneus entre 1.9 e 2.1 de medidas. All Mountain A modalidade mais popular entre as bicicletas de dupla suspensão. Praticamente igual ao Cross Country, mas voltada para o uso de bicicletas com sistema de dupla suspensão. Algum salto pelo caminho. É uma modalidade de MTB que surge quando adicionamos ao Trail uma montanha mais técnica e difícil, especialmente em descidas. Tipo de Bicicletas: De dupla suspensão. Suspensões normalmente entre 100mm e 120mm de curso e pneus entre 2.0 e 2.2 de medidas. Enduro Variante do All Mountain, com preferência por caminhos muito técnicos, trilhas, subidas e descidas muito técnicas e vários saltos. É uma modalidade competitiva de MTB em que há uma maior parte de trechos de descida e subida. Tipo de Bicicletas: De dupla suspensão com quadros reforçados. Suspensões normalmente entre 120mm e 160mm de curso e pneus entre 2.1 e 2.3 de medidas. FreeRide e Urban FreeRide Modalidade baseada em superar obstáculos naturais ou artificiais na montanha, trilhas, desfiladeiros, ruas, cidades ou circuitos preparados para isso. Todo tipo de mountain bike que não se enquadra nessas modalidades é chamado de Freeride, ou estilo livre, que pode ser competitivo ou não. Tipo de Bicicletas: Sem ou com dupla suspensão com quadros reforçados. Suspensões normalmente entre 140mm e 180mm de curso e pneus entre 2.2 e 2.6 de medidas. Descida, DownHill ou DH A descida de competição. Descer por um circuito marcado o mais rápido possível. Proteções no corpo, capacetes integrais e muita técnica. É uma modalidade de corridas de MTB que consiste unicamente em descer uma montanha (ou cidade com escadas, rampas, etc.), em alta velocidade. Tipo de Bicicletas: de dupla suspensão com quadros reforçados. Suspensões normalmente entre 180mm e 220mm de curso e pneus entre 2.3 e 2.7 de medidas. Conte-nos, qual modalidade você pratica ou gostaria de praticar? Veja também: John Tomac: A essência do Mountain Bike “Primeiro rali de ciclismo: Desafio Amazon Mountain Bikers“ ciclismo de montanha peruano
Vários turistas chegaram ao Festival RockFest 2014 em Valle Dorado Huayhuay, La Oroya.
Nesta ocasião, o festival RockFest 2014 está sendo realizado em Huayhuay, localizado no centro do Valle Dorado a 3700 metros acima do nível do mar, a 20 minutos de La Oroya, no departamento de Junín. Foto: Dillman Delgadola No Valle Dorado Huayhuay, você poderá apreciar belas paisagens, incluindo os distritos de Huari, Huayhuay, Chacapalpa-Colpa e Suitucancha. Além disso, há potencial para a escalada em rocha e os esportes de aventura em geral. Foto: VIDA en la Oroya Vídeo do Youtube: Vida - Arturo Alfaro O primeiro evento RockFest 2014 recebeu mais de 60 turistas de países como Alemanha, Checoslováquia, Espanha, França, Colômbia, Venezuela e Chile. Além de mais de 800 visitantes de todo o país que participaram de um festival de escalada em rocha, atividades artísticas e esportivas como: passeios de bicicleta, caminhadas, gastronomia local, ciclismo de montanha, slackline, highline, trekkings, turismo em monumentos arqueológicos, banhos em águas termais, camping e atividades para toda a família. Foto: Base Camp Perú Foto: VIDA en la Oroya Este espetáculo de esportes de aventura foi organizado pela ONG VIDA Base Camp Perú (presidente Arturo Alfardo), pela prefeitura e comunidade de Huayhuay e pela empresa Doe Run Perú, nos dias 28 e 29 de junho. Este festival de RockFest foi realizado com o objetivo de redescobrir os atrativos turísticos, riquezas naturais, históricas e arqueológicas desta província. Anteriormente conhecida como uma das cidades mais poluídas do mundo, La Oroya está sendo reconhecida como um novo destino turístico e para a prática de diversos esportes de aventura. Foto: VIDA en la Oroya Veja também: Festival de Andinismo Cordillera Blanca 2014 De Aventura: Resumo 2014
Festival de Montanhismo Cordilheira Branca 2014
Como todos os anos, foi realizado o festival de alpinismo Cordillera Blanca em Ancash. Evento de promoção turística com o principal objetivo de impulsionar a economia da região em benefício de sua população por meio de competições de diferentes esportes de aventura. Nesta nova oportunidade, a cidade de Huaraz e o canyon de Huaylas foram novamente palco do festival de alpinismo Cordillera Blanca. Este evento ocorreu ao longo de três dias, com as seguintes atividades: Escalada em rocha Snowboard no céu Esqui cross-country Descida em alta velocidade Exibição de BMX Concerto de Rock Vista panorâmica da cidade de Caraz O cronograma começou assim: 27 de junho A competição de Aeroton, organizada por Save the Rajus e pela prefeitura de Caraz, começou às 09:00, em Caraz, incluindo maratona, parapente e bicicleta. A abertura grandiosa começou às 20:00 em Huaraz. Organizado por Save the Rajus. A projeção de cinema de montanha, organizada por Save the Rajus, começou às 21:00 em Huaraz. Parapente nas alturas de Caraz. Aerothlon em Caraz Vídeo Youtube: TiempoXtremo 28 de junho A competição de Sky e Snowboard começou às 09:00 no Nevado Pastoruri. Organizado por Save the Rajus. A competição de escalada em parede começou às 20:00, na praça de armas de Huaraz, organizado por Save the Rajus. A projeção de cinema de montanha começou às 20:00 em Huaraz. Save the Rajus. Caminho para o Pastoruri. Demonstração de Snowboard nas encostas do Pastoruri. Vídeo Youtube: BuenosDiasPeruPTV 29 de junho IX Tour Festival: Todas essas atividades ocorreram em Willcahuain em Huaraz, organizado por Save the Rajus. Competição nacional de Esqui Cross-country às 10:00 Competição de Descida em Alta Velocidade às 12:00 Premiação Festival de Alpinismo Cerimônia de Premiação e Encerramento às 15:30 Concerto de Rock de encerramento às 15:30 Descida em alta velocidade nas alturas de Wilkawain Esqui Cross-country nas alturas de Wilkawain Vídeo Youtube: De Aventura Vamos, aventureiros, continuemos apoiando esse tipo de evento para promover o esporte de aventura e o turismo de aventura no Peru. Fotos: deaventura.pe Veja também: Vários turistas participaram do Festival RockFest 2014 em Valle Dorado Huayhuay, La Oroya amantes de esportes de aventura
Ciclista peruano com deficiência conquista medalha de prata na Espanha
O ciclista peruano Israel Hilario Rimas conquista a medalha de Prata na Espanha e se aproxima dos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro 2016. Para o ciclista Israel Hilario Rimas, sua deficiência não foi um impedimento, e ele conquistou o segundo lugar no contra-relógio de 10 km e na cronoescalada de 7 km, em uma competição que reuniu a elite internacional do ciclismo paralímpico de mais de 12 países. Ele obteve a medalha de prata ao competir no XVIII Para-Cycling Bizkaiko Bira na Espanha, acumulando pontos no ranking da UCI para se qualificar para os Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro 2016. Resultados da competição Para-Cycling 2014 Homens Elite XVIII Paracycling Bizkaiko Bira (ESP/C1) C2 - Classificação Geral 06 Jul 2014 Resultados: Classif. Nome Nac. Idade Resultado PaR PcR Classificação 1 Maurice ECKHARD TIO ESP 31 1:59:40 15 15 C2 - Estrada 2 Israel HILARIO RIMAS PER 40 2:00:51 13 13 C2 - Estrada 3 Victor Hugo GARRIDO MARQUEZ VEN 48 2:03:22 11 11 C2 - Estrada Fonte: https://www.uci.ch/ Idade: de acordo com os regulamentos da UCI PaR: pontos UCI de acordo com a classificação PcR: pontos UCI calculados no Ranking Rimas, um huanuqueño, com deficiência em uma de suas pernas, faz parte do Programa de Apoio ao Atleta (PAD) do IPD. O huanuqueño conquistou a medalha de prata na classificação geral da categoria C2. "Esta grande vitória é fruto do trabalho, dedicação e colaboração do IPD, Selca idiomes de Sabadell e Challenged Athletes Foundation", afirmou o atleta. O que é Para-Cycling? O Para-Cycling é uma competição que abrange quatro Grupos de deficiências: Participantes cegos e com deficiência visual Participantes com paralisia cerebral Participantes com deficiência do aparelho locomotor Participantes com deficiência triciclo e um total de 14 categorias funcionais tanto para homens quanto para mulheres em todas as faixas etárias. A UCI define categorias funcionais para homens e mulheres de todas as idades. Os participantes são designados para a categoria apropriada com base em sua capacidade funcional. Os principais eventos incluem: Campeonatos Mundiais Jogos Paralímpicos Copa do Mundo O Para-Ciclismo é oficialmente administrado pela UCI (Union Cycliste Internationale), esta disciplina é dividida em estrada e pista para corridas de um total de sete eventos: EVENTOS DE ESTRADA: Corrida de rua (homens e mulheres) Contra-relógio individual (homens e mulheres) Revezamento Handcycling PISTA: Sprint Tandem (homens) Velocidade por equipes (homens e mulheres, evento misto) Teste de 500 metros (homens e mulheres) ou contra-relógio de quilômetros (homens e mulheres) Perseguição individual (homens e mulheres) O medalhista paralímpico está focado em seus dois próximos desafios. O primeiro será a Copa do Mundo de Ciclismo Paralímpico, que ocorrerá de 25 a 27 de julho na cidade de Segóvia. Hilario conquistou a medalha de bronze em sua categoria MC2 na primeira etapa da Copa do Mundo na Itália. No Campeonato Mundial de Ciclismo de Estrada, que será realizado em Greenville (EUA) de 28 de agosto a 1 de setembro, ele buscará a classificação para os Jogos Paralímpicos. Hilario disse: "Agora preciso do apoio de todos os peruanos. Não me excluam da sociedade, pois continuarei lutando por este sonho de levar as cores do Peru e dizer que 'Deficiência não é Incapacidade'." Fonte - informação - Foto: https://www.ipd.gob.pe/ Veja também: Sebastián Alfaro: Um foguete sobre rodas Aventuras de ciclismo de montanha
Infográfico: Modalidades e benefícios do Ciclismo
O ciclismo é um esporte que inclui diferentes modalidades, que têm em comum o uso da bicicleta. Os ciclistas são considerados atletas especialmente dedicados e desfrutam de diferentes benefícios ao praticar este esporte de aventura. Tamanho real do infográfico de ciclismo Veja também: Como escolher sua bicicleta de acordo com seu tamanho. Muni ou monociclo de montanha Como remendar seus pneus durante o percurso
Elite do ciclismo mundial presente na VIII edição do Tour de San Luis
O grupo mais seleto de ciclistas do mundo se reuniu a partir desta segunda-feira na VIII edição do Tour de San Luis na Argentina. O evento mais importante do calendário latino-americano de ciclismo conta com a participação de 192 atletas de 32 países. Nesta oitava edição, a prova terá um total de 24 equipes, das quais 12 são do circuito mundial de ciclismo de estrada, quatro equipes argentinas, cinco da divisão continental e três seleções latinas: a local, Uruguai e Cuba. Entre os ciclistas reconhecidos que participarão desta prova de sete etapas, estão o italiano Vincenzo Nibali, da Astana; o britânico Mark Cavendish e o belga Tom Boonen, da Omega Pharma; o espanhol Joaquim Rodríguez, da Katusha; o eslovaco Peter Sagan, da Cannondale, o colombiano Nairo Quintana, da Movistar Team e os argentinos Josué Moyano, Daniel Díaz, Leandro Messineo e Alfredo Lucero. A VIII edição do Tour de San Luis durará até 26 de janeiro. O mundo do pedal permanecerá alerta durante uma semana ao que acontecer em cada uma das rotas de San Luis, na Argentina. Veja também: Ciclista peruano com deficiência ganha medalha de prata na Espanha Pedalando pelas crianças "Primeiro rally de ciclismo: Desafio Amazon Mountain Bikers"