Blog de Aventura
Descubra dicas, experiências e guias para suas próximas aventuras
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Analí Gomez: Revolução sobre as ondas
Analí Gomez, nascida em Punta Hermosa, é a caçula de onze irmãos e atualmente uma das melhores representantes nacionais do surf feminino da ASP. Foto:Olasperu.com A garota dos cachos rebeldes que começou a surfar Bodyboard em Punta Hermosa quando tinha apenas 9 anos. Hoje é uma campeã nacional e com dedicação tem conquistado títulos que a colocam entre as melhores surfistas da WQS. Foto:Portalandina.com.pe Sua história no surf começa quando era apenas uma menina rebelde que curtia o mar e o verão. Seu irmão mais velho Jara a introduziu no mundo da prancha havaiana, depois de vê-la surfar "Morey". Bastaram algumas ondas para que Analí ficasse de pé na prancha e percebesse que aquilo era para ela. Foto:Portalandina.com.pe Uma vez que pegou na prancha, nada pôde separá-la do mar, entre escapadas da escola e fins de semana na praia, Analí sempre encontrava ondas, amigos e tempo para surfar. A primeira vez que venceu uma etapa do Campeonato Latino-Americano foi aos 13 anos no Equador. A partir daí, iniciou nos circuitos nacionais, latino-americanos, pan-americanos e do WTC. Foto:Isasurf.org Ao longo de sua carreira, Analí foi: Campeã Nacional, Campeã Latino-Americana, Campeã Pan-Americana e Sul-Americana em 2006. Vice-Campeã Mundial Júnior de Surf e recentemente, vice-campeã do Open Rip Curl em San Bartolo, atualmente está entre as melhores 50 surfistas do mundo e continua mantendo essa rebeldia de menina sempre que enfrenta as ondas. Foto:3.bp.blogspot Depois de tantos anos, campeonatos e sucessos, poderíamos dizer que sua vida é o mar, é o que a completa e ao mesmo tempo lhe mostrou a superação. Esperamos que Analí continue arrebentando e alcance seus objetivos. Veja também: Rob Machado: Surf com Estilo e Aloha. 5 dicas para surfar Torneio nacional de surf: Pico Alto será de 1 de abril a 30 de junho
Como escolher a sua mochila de aventura?
Cada vez que saímos em aventura, sempre nos fazemos as mesmas perguntas: O que devo levar? Como encaixo toda a minha bagagem? Quanto vai pesar minha mochila? Levo uma ou mais mochilas? Bem, para resolver todas essas dúvidas, devemos começar escolhendo uma mochila adequada para nossas viagens. Se você está se preparando para fazer uma viagem nesta temporada, você precisa escolher uma mochila que se adapte a você e às necessidades da sua aventura. Com este guia, vamos ajudá-lo a escolher a mochila mais adequada para que você faça suas viagens com mais conforto e destreza. Foto: Aliancebroad.com O primeiro passo é medir sua coluna vertebral da base do pescoço até a parte superior dos quadris, de acordo com essas medidas você pode determinar o tamanho adequado da sua mochila: Tamanho do torso Tamanho da mochila 38 cm ou menos Extra Pequeno 40 a 43 cm Pequeno 45 a 48 cm Médio / Regular 50 cm ou mais Grande / Alto Escolha sempre uma mochila que se adapte à forma do seu corpo, esta é a melhor maneira de distribuir o peso da sua bagagem. Nunca exceda o tamanho por necessidade de levar mais coisas em sua viagem, sempre há uma maneira de empacotar o necessário em pouco espaço. Outra maneira de escolher sua bagagem é de acordo com o tipo e duração da viagem que você vai realizar: Viagem Curta: De 1 a 2 dias, o peso da mochila vazia é aproximadamente entre 0,6 e 2 kg. Viagem Curta: De 2 a 3 dias, o peso da mochila vazia é aproximadamente entre 1 e 2,5 kg. Viagem Longa: De 3 a 5 dias, o peso da mochila vazia é aproximadamente entre 1,5 e 2,8 kg. Viagem Prolongada: De 5 dias ou mais, o peso da mochila vazia é aproximadamente de 2 kg a mais de 3 kg. Foto: Bakcpacku.com Personalize o ajuste: 1. Cinto Lombar: Coloque a mochila nas costas para que o cinto lombar descanse sobre os ossos do quadril. Feche a fivela do cinto lombar e ajuste-o. Você deve sentir a maior parte do peso da mochila nos quadris e não nos ombros. 2. Alças de ombro: Puxe para baixo e para trás nas extremidades das alças de ombro para apertá-las. As alças devem ser ajustadas perfeitamente para segurar a bagagem contra suas costas, mantendo assim a carga para a frente. Os ombros não devem suportar o peso. 3. Elevadores de carga: Os elevadores de carga estão logo acima dos ombros e devem estar voltados para o corpo. A bagagem deve estar em um ângulo de 45° em relação ao nosso corpo. 4. Correia do Esterno: Ajuste-a a uma altura confortável sobre o peito e prenda a fivela, conforme necessário. Em seguida, aperte até que a alça do ombro se ajuste entre seus ombros, permitindo que os braços se movam livremente. 5. Ajustes finais: Puxe as correias estabilizadoras, localizadas de cada lado do cinto lombar, acomodando o corpo para a mochila. Ajuste o cinto lombar para estabilizar a carga. Isso garante que a maior parte do peso repouse nos quadris. Está pronto para viver sua próxima aventura? Sinta a adrenalina da ação e a conexão com a natureza. Vamos tornar o Peru o melhor lugar para praticar esportes de aventura.
Sebastián Alfaro: Um foguete sobre rodas
Sebastián Alfaro nasceu em 11 de janeiro de 1997 e, com apenas 17 anos, já é um dos ciclistas de montanha com maior projeção no Peru e, por que não dizer, do mundo. Com seus 1,78 metros de altura e 71 quilos, Alfaro conquistou grandes vitórias em todas as categorias em que competiu; até agora, seu maior feito foi obter o 6º lugar na categoria Júnior no Campeonato Mundial de Downhill realizado este ano na Noruega. Foto: Rpp.com.pe A história deste campeão juvenil começou aos 3 anos, durante uma viagem em família a Pachacamac. Seu pai conta que Sebastián pulava os montes de areia sem medo algum, deixando-os impressionados. Aos 9 anos, ele participou de sua primeira competição de ciclismo de montanha, a qual venceu. No final da corrida, prometeu nunca deixar de competir em uma única corrida. E ele cumpriu essa promessa! Foto: Fanpage Sebastian Alfaro Em cada corrida, Sebastián enfrenta percursos cheios de obstáculos, pedras, areia, saltos, degraus e curvas que exigem muita técnica. Para dominar esses circuitos, 'O Foguete', como é conhecido neste esporte, treina todos os dias antes e depois da escola. Para ele, o apoio de sua família é muito importante, eles sempre são seu guia e motivação. Foto: Montenbaik.com Sua primeira medalha de ouro na categoria de cadetes veio no México, no Campeonato Pan-Americano de 2012. Este campeonato foi um prêmio por sua dedicação, esforço e trabalho. Alfaro voltou a ganhar o ouro em 2013 na Argentina, demonstrando assim seu talento e ambição em dominar a competição. Foto: Fanpage Sebastian Alfaro Sebas afirma que "O sacrifício vale a pena porque esta é minha paixão" Foto: Fanpage Sebastian Alfaro Este ano, Sebastián se consagrou em 6º lugar no mundial de Downhill na Noruega na categoria Júnior, sendo seu primeiro ano nesta competição internacional. Isso marca o início de sua carreira profissional, e seu próximo objetivo é competir em todas as copas do mundo e conquistar uma boa posição no ranking mundial. Foto: Serperuano.com Antes de continuar competindo no exterior, Sebastián se consagrou Campeão Nacional de Downhill, em 21 de setembro, no circuito do Morro Solar de Chorrillos. Prêmios de Sebastián: Campeão nacional de Down Hill - Categoria Júnior no Peru 2014 6º lugar no Campeonato Mundial MTB - Categoria Júnior na Noruega 2014 Medalha de Ouro no Pan-Americano DH - Categoria Cadetes, na Argentina 2013 5º lugar no Fox Air DH - Categoria Júnior em Crankworx / Whistler 2013. 8º lugar no Garbanzo DH - Categoria Júnior em Crankworx / Whistler 2013. Medalha de Ouro no Campeonato Nacional de DH - Categoria Cadetes no Peru 2013 Medalha de Ouro no Pan-Americano DH - Categoria Cadetes no México 2012 Medalha de Ouro no Campeonato Nacional de DH - Categoria Cadetes no Peru 2012. 1º lugar no Campeonato nacional da Argentina - Categoria Cadetes (Convidado) Argentina 2012. 1º lugar no Campeonato nacional da Bolívia - Categoria Cadetes (Convidado) Bolívia 2012 Assim como Sebastián, você também pode explorar essa paixão pelos esportes de aventura e compartilhar suas melhores experiências com nossa comunidade.
Longboard: Os reis do Downhill Extremo
A adrenalina e a velocidade são para muitos uma mistura perfeita e viciante. Mas apenas alguns podem desfrutá-la em uma prancha a 70km/h e a poucos centímetros do chão. Chute, encapsule-se, corte o vento e deixe-se levar por este esporte de aventura que cresce cada vez mais em nosso país. Foto: Ytimg.com O que é e como nasce o longboard? O longboard é um esporte incomum que surgiu entre as décadas de 50 e 60 na América do Norte. Esta atividade consiste em uma prancha semelhante ao skate, mas mais longa do que o normal, e é comumente usada para descer colinas, encostas, estradas ou simplesmente como meio de transporte e diversão. No início, o longboard surgiu como uma alternativa para os surfistas que, ao não terem boas ondas, decidiram sair e surfar a cidade. Foto: Surfer.cl Com o passar dos anos, isso foi se aperfeiçoando, criando modalidades e melhorando as pranchas; até se expandir pelo mundo. Hoje em dia existem muitas modalidades que podem ser praticadas nesta prancha, entre elas se destacam: Downhill, Sliding, Carving, Slalom, Dancing ou Freeride. Foto: Longboardmedia.fr Embora existam muitas modalidades, a mais popular e extrema; e pela qual este tipo de prancha é facilmente reconhecido, é o Downhill, que basicamente consiste em descer colinas em alta velocidade encapsulado, o que exige o uso de proteção, como capacete, joelheiras, cotoveleiras e luvas. Foto: 3.bp.blogspot Outra modalidade muito conhecida é o Sliding, que consiste em uma técnica que permite derrapar o chão sobre a prancha para depois frear ou diminuir a velocidade. Esta última técnica é muito importante para controlar a velocidade durante o Downhill. Foto: longboardpucela.blogspot.com O Carving é mais do que uma modalidade, é uma forma de patinar, você pode passear de um lado para o outro, girando, ziguezagueando, muito parecido com o snowboard. As melhores pistas para praticá-lo são descidas longas e pouco movimentadas. Foto: musicandlongboard.blogspot No Peru, existem excelentes lugares para praticar Downhill, de acordo com seu nível e técnica, os principais são: O Vale em Tarma, Morro Solar, La Nuclear, Los Alamos e San Cristobal em Lima, El Ñuro em Talara, Ñaupe em Lambayeque, Callahuanca em Ayacucho e muitos outros pontos que estão por descobrir. Foto: 40sk8.com Para falar sobre os tipos de pranchas de longboard, precisaríamos de um post inteiro, por isso falaremos apenas dos componentes básicos que cada longboard possui. Prancha ou Deck: Existem muitas formas e tamanhos, seu comprimento varia entre 35 e 45 polegadas, a forma da prancha influencia muito no estilo que deseja praticar. Elas precisam de lixa aderente para evitar o deslizamento dos pés. Trucks: São os que fornecem a direção e inclinação da prancha sobre o asfalto, existem muitos tipos com características específicas. O importante é procurar por trucks de acordo com seu peso e modalidade que pratica. Bushings: São acessórios macios que vão em cada truck, dois em cada um, e dão ao longboard a resposta adequada no momento da curva, influenciam muito na condução e equilíbrio do seu longboard, por isso é recomendável escolhê-los de acordo com seu peso e sua técnica. Rolamentos: Determinam a aceleração e rotação das rodas do longboard, ao irem para o interior das rodas permitem que girem rapidamente nos eixos dos trucks. Rodas: São medidas em tamanho e dureza. As categorias de tamanho são categorizadas por milímetros (mm) e a de dureza, de acordo com o quão suaves ou rígidas são. Também existem rodas especiais para downhill, outras para freeride, tudo depende do que você deseja fazer.
John Tomac: A essência do Mountain Bike.
Uma bicicleta, uma descida e um objetivo; era tudo o que John Tomac precisava para ser feliz. Considerado uma lenda do Mountain Bike (MTB) por sua tenacidade, versatilidade, potência e coragem; John conquistou em seus 20 anos como profissional elite, 10 campeonatos nacionais (EUA) em quase todas as modalidades em que competiu. foto: www.galeon.com Esta lenda nasceu em 1967 na cidade de Owosso, Michigan e desde pequeno conheceu o amor de sua vida; era pequena, leve e com duas rodas, aquela BMX que ele montou aos oito anos na fazenda de seus pais conquistou seu coração. Aos 17 anos, John já competia profissionalmente nesta categoria, mas aos poucos se aventurou em percursos mais longos, chegando assim ao Mountain Bike (MTB). Foto: retrobike.co.uk Em 1988, Tomac já estava totalmente dedicado ao MTB, nesse ano e no seguinte conquistou os campeonatos nacionais da categoria. Logo antes de alcançar sua maior conquista em 1991, quando se tornou campeão do mundo de Cross Country (XC) e vice-campeão mundial de Down Hill (DH) na Itália, usando a mesma bicicleta, algo que nos dias de hoje seria inimaginável. foto:esmtb.com Tomac venceu o campeonato mundial de XC em 1992 usando uma bicicleta totalmente rígida e com guidão de estrada, configuração que ele implementou a partir de 1990. Nesse mesmo ano, ele conquistou o título geral da Copa do Mundo, garantindo seu lugar no hall da fama do Mountain Bike. Foto:esmtb.com Sua excelente condição física e grande técnica para descer ladeiras em alta velocidade o levaram a ser considerado o melhor ciclista da história do MTB e a fazer parte de grandes equipes como: Yeti, Tioga-Raleigh, Giant e Tomac Racing. Durante a era dourada dos corredores norte-americanos, John teve que competir contra outras estrelas do MTB como Tinker Juarez ou Ned Overend, com quem teve batalhas gloriosas. Sua última medalha nos mundiais foi em 1997, conquistando o vice-campeonato na Suíça na modalidade de DH. Foto:Tumbler.com Ele se despediu da competição em 2000, embora tenha retornado quatro anos depois, vencendo o Kamikaze Downhill, nesse ano e no seguinte. Foto:sicklines.com John Tomac tem sido uma fonte de inspiração para muitos atletas, sua determinação, decisão e coragem são a essência de todo ciclista de MTB, não podemos imaginar o que Tomac poderia ter feito nos dias de hoje, com os avanços tecnológicos no esporte, mas algo de que temos certeza é que o ciclismo de montanha é um esporte que corre nas veias. Se você é amante do ciclismo de aventura e pratica as diversas modalidades de Mountain Bike, junte-se à nossa comunidade de esportes de aventura e compartilhe suas viagens e experiências conosco.
A remo puro: O que é Va'a e como praticar?
O Va'a, Outrigger ou Canoa Polinésia é uma embarcação ancestral de muitas culturas da Oceania, especialmente da Polinésia. Surgiu como um estilo de vida há 3000 anos, essas embarcações eram usadas para pesca e transporte entre ilhas; no entanto, hoje em dia é um esporte de aventura praticado em mais de 100 países. Foto: Misviajesbaratos.wordpress Um dos lugares onde esse esporte está sendo praticado é o Peru. Onde já está prestes a completar 4 anos desde o início. Vale ressaltar que as canoas polinésias têm sido aprimoradas, a ponto de as corridas de Va'a terem entrado no programa esportivo dos Jogos do Pacífico nos últimos anos. Foto: Trickon.com Esse esporte aquático traz consigo muitos benefícios, mas requer muita resistência, estabilidade e coordenação. Como esporte de aventura, o Va'a promove o contato com a natureza, bem como o trabalho em equipe e a unidade do grupo. Foto: Inkanoa.com Existem dois tipos de embarcações: as V1, que são canoas individuais, e as V6, embarcações com espaço para seis pessoas (modalidade também chamada Outrigger). Quanto às categorias de competição, existem várias: desde júnior 16, júnior 19, Novato, Sênior e Aberto. E cada uma delas é dividida entre homens e mulheres, bem como por competições de velocidade, de 250 ou 500 metros, e de resistência com um percurso de aproximadamente 61 km. foto: Woo-outrigger.com No Peru, a primeira organização focada nesse esporte é a Inkanoa Va’a Peru. Eles se reúnem e treinam todos os sábados na praia Yuyos de Barranco, das 9h às 13h; a equipe da Inkanoa já participou de diversos campeonatos sul-americanos, um na Argentina e outro no Peru. Outros lugares onde esse esporte é praticado são: La Punta, Chorrillos e praias do sul como Punta Hermosa. Vale lembrar que este ano o Peru participará do Sul-Americano de Rapa Nui (Ilha de Páscoa) em novembro, esperamos que alcancem seus objetivos nesta competição desafiadora. Foto: Inkanoa.com Cada vez mais pessoas praticam o Va'a em nosso país, então, o que você está esperando? Anime-se a remar, trabalhar em equipe, aproveitar o ar fresco e viver essa experiência inesquecível no mar.
Mike Horn: Uma lenda da aventura.
Mike Horn é um explorador lendário, considerado por muitos uma lenda viva da aventura. Não é difícil entender porquê, depois de dar a volta ao mundo de barco seguindo a linha do equador, atravessar a Amazônia a pé e nadando, enfrentar o Polo Norte no inverno ou escalar o K2 sem ajuda de oxigênio auxiliar; podem chamá-lo como quiserem, sabemos que ele continuará vivendo de aventuras. Filho de professores universitários, Mike nasceu em Joanesburgo em 16 de julho de 1966. Durante sua infância, gostava de escalar ao ar livre, fazer longos passeios de bicicleta e pescar com sua família. Mike era um jovem desafiador, mas foi durante o serviço militar que aprendeu a sobreviver. Esteve em Angola aos 18 anos: "Descobri que alguém fará qualquer coisa para se manter vivo". Foto: Media.outsideonline Ele frequentou a Universidade de Stellenbosch, no Cabo Ocidental, África do Sul. Lá, estudou Ciências do Movimento Humano. Trabalhou em ciências do esporte até os 24 anos, quando renunciou e se mudou para a Suíça. A partir desse momento, Mike iniciou uma série de expedições ao redor do mundo. Casou-se com Cathy Horn e tem duas filhas, Annika e Jessica. Atualmente, Horn navega pelos oceanos como capitão da embarcação de expedição "Pangea". Foto: Red bull Expedições: Amazônia A primeira grande expedição de Mike foi em abril de 1997: Foram 6 meses de travessia solo pela América do Sul. Ele começou a pé do Oceano Pacífico até chegar à nascente do rio Amazonas nos Andes peruanos. Uma vez lá, desceu os 7 mil km do rio Amazonas em um Hidrospeed, até o Atlântico. Foto: kickasstrips.com Latitude Zero Sua próxima viagem foi em 1999, desta vez Mike embarcou em uma jornada de 18 meses, dando a volta ao mundo seguindo a linha do equador. Sua viagem foi a pé e à vela. Partiu do Gabão e atravessou o Atlântico até o Brasil em veleiro. Em seguida, atravessou o Brasil e o Equador de canoa, bicicleta e a pé. Após cruzar o Pacífico, chegou à Indonésia passando pelas Ilhas Galápagos. Depois, atravessou Bornéu e Sumatra a pé, antes de atravessar o Oceano Índico. Finalmente, cruzou a África a pé pelo Congo e Gabão, onde encerrou a primeira circunavegação solo do mundo ao redor da linha do equador. Foto: kickasstrips.com Ártico Esta foi uma expedição de 2004 na qual Mike deu a volta ao mundo no Círculo Polar Ártico. Foi uma viagem que fez sozinho e que durou dois anos e três meses. Não pôde usar nenhum transporte motorizado ao longo da rota impossível de 20.000 km. A rota de Mike foi a seguinte: Partiu da Noruega em Cabo Norte e seguiu por Groenlândia, Alasca, Canadá, Estreito de Bering e Sibéria russa antes de chegar a Cabo Norte. Foto: Mikehorn.com Polo Norte Para esta aventura, Mike foi acompanhado pelo explorador norueguês Borge Ousland. Juntos embarcaram em uma jornada de 60 dias em esquis sem cães ou transporte motorizado durante a noite ártica. Durante dois meses, a dupla caminhou na total escuridão e muitas vezes em gelo fino. Foto: Mikehorn.com Himalaia Em 2007, Horn e mais três alpinistas profissionais alcançaram o cume do Gasherbrum 1 (8035m) e do Gasherbrum 2 (8068m) sem a necessidade de oxigênio auxiliar. Inicialmente, pretendiam escalar quatro montanhas do Himalaia, mas o mau tempo não permitiu. Mike usou sua voz interior para conseguir alcançar os cumes. Foto: Mikehorn.com Pangea Recentemente, Mike tornou-se capitão do navio de expedição "Pangea" e convidou Jovens Exploradores de 15 a 20 anos de todo o mundo para viajar pelos oceanos e continentes. Horn e sua expedição realizam projetos ecológicos e sociais sob o lema "Explorar, Aprender e Agir". Foto: Parismatch.com Assim como Mike, descubra também o seu próximo destino de aventura e compartilhe sua experiência conosco.
Rafting: Como domar os rios em um bote!
Um dos esportes de aventura mais praticados no Peru é o Caiaque ou Rafting, isso se deve ao fato de que nossa natureza e geografia oferecem condições perfeitas para a prática desse esporte. Se você quer se animar a praticá-lo, deve levar em consideração as seguintes recomendações. Modalidades de rafting Comando Central Nesta modalidade, o guia se posiciona no centro do barco e dali o dirige. Utiliza 2 remos fixados à embarcação para impulsioná-la na direção da correnteza. Foto: Natgeo Comando de Pá Este tipo de rafting é realizado com pás de uma única lâmina e envolve um trabalho coletivo dirigido pelo guia, que se posiciona na parte traseira do barco. Foto: Treksguide Recomendações Entre em contato com uma empresa que realize essa atividade. Certifique-se de que tenha um guia experiente e os equipamentos de segurança necessários (cordas, kit de primeiros socorros, bomba de ar). Siga as instruções do guia, não se deixe levar pela emoção e ouça atentamente as instruções para garantir sua segurança e diversão. Se tiver dúvidas, pergunte. Use roupas apropriadas para entrar no rio, de preferência roupas que sequem rapidamente como lycras e sungas de banho. Utilize o equipamento de segurança TODO O TEMPO, não tire nem o capacete, nem o colete; usá-los pode te salvar de qualquer acidente. Busque estabilidade no barco, ajuste sua posição até se sentir seguro e bem equilibrado. Considere usar protetor solar, calçados ou sandálias tipo chinelo, óculos com cordão e uma muda de roupa seca. Não leve câmeras de mão nem objetos que possam cair do barco durante o percurso. Divirta-se, cuide da natureza e compartilhe sua aventura. Foto: Perurafting Níveis de corredeiras Nível I-II: São corredeiras divertidas com uma dificuldade regular e não apresentam muito risco. Nível III-IV: Essas corredeiras são mais emocionantes, têm uma dificuldade alta e apresentam algum perigo ao percorrê-las. Nível V: Este nível requer uma embarcação adicional, pois seu nível de dificuldade é intenso, sendo muito arriscado. Nível VI: Risco extremo, são quase impossíveis de atravessar, as empresas não devem operar nesse nível. Foto: OARS Caiaque no Peru No Peru, existem mais de doze rios com mais de 600 km de extensão. A soma dos cinco mais longos chega perto de 7.000 km de percurso, ideais para a prática de diferentes esportes aquáticos e de aventura. Onde praticar? Rio Cañete Rio Urubamba Rio Apurímac Rio Vilcanota Rio Chili - Majes Caiaque no Rio Colca Foto: Iletours Aventure-se e embarque em um desses barcos cheios de aventura e adrenalina.
Kite Surfing: Um sonho tornado esporte
Quando éramos crianças e voávamos papagaio perto do calçadão, quantos de nós sonhávamos em decolar do chão e viajar em direção ao sol com a força do vento? Parece que esse sonho se tornou realidade e ao longo do tempo se transformou em um esporte chamado Kite surfing. Também conhecido como flysurfing, o kite surfing é um esporte aquático que consiste no uso de uma pipa de arrasto, presa por cordas a uma barra e a um arnês, que permite deslizar sobre a água com uma prancha ou esqui. Praticar este esporte de aventura envolve certos riscos, especialmente no manejo e controle da força de propulsão do vento. Por isso, é feita uma preparação na areia antes de entrar no mar. Recomenda-se começar com pipas pequenas e gradualmente aumentar o tamanho, de acordo com nossa técnica e domínio da tração do vento em nossa pipa. As principais técnicas que você deve aprender são: Levantar a pipa e os movimentos básicos no ar; isso servirá como sistema de segurança tanto dentro como fora da água. Foto: Exploraoutdoor Equipamento 1. Pipa Tipo C: Tem uma forma semicircular e são muito potentes, sendo recomendadas para kiters experientes que praticam o modo de navegação radical. Tipo Bow: Estas pipas são mais confortáveis e fáceis de regular a força com a qual o vento nos puxa, sendo recomendadas para iniciantes. Tipo híbridas: São uma fusão de ambos os tipos de pipas. 2. Prancha Bidirecional: É perfeita para iniciar no esporte, pois permite navegar nos dois sentidos sem mudar a posição dos pés na prancha. Direcional: É usada para navegação em ondas, a parte dianteira e traseira têm certas diferenças e é necessário mudar os pés na prancha para mudar de direção. 3. Arnês Permite que o esportista fique preso à pipa, geralmente na altura da cintura ou das coxas. 4. Traje de Neoprene Usado para a maioria dos esportes aquáticos devido ao seu isolamento, proteção contra abrasões, queimaduras e mantém seu corpo seco. 5. Outras recomendações Capacete: É importante se proteger de impactos, mesmo estando no mar. Colete salva-vidas: Ajuda a manter-se na superfície do mar sem esforço. Além disso, ajuda a amortecer os impactos no peito. Protetor solar: Evite queimaduras, aplicando nas áreas expostas. Modalidades Freestyle (Estilo Livre): São executadas várias acrobacias no ar: giros, saltos e rotações. Nesta modalidade, são avaliados os saltos mais difíceis e complexos, sendo que quanto maior a dificuldade, maior a pontuação. Foto: Aquactivealicante.blogspot Corrida entre boias: É uma corrida em alta velocidade por um percurso delimitado por boias, no melhor estilo slalom de windsurf. foto: Loopingit Surf em ondas: Consiste em fazer manobras nas ondas, assim como no surf, as manobras realizadas em áreas difíceis terão maior pontuação. Não fique apenas na vontade e se atreva a praticar este esporte cheio de adrenalina.
O que devo levar na minha mochila de aventureiro?
Todo bom aventureiro sabe que uma mochila bem preparada é essencial para desfrutar sua viagem. Fazer esportes de aventura ou acampar nas montanhas implica levar consigo o equipamento básico para viajar a qualquer destino de aventura. Lembre-se de manter uma boa relação entre o peso e o tamanho da sua mochila. Você deve ajustar sua bagagem de acordo com as atividades que realizará durante sua viagem. Lembre-se destas regras sobre a mochila: Levar o essencial. Empacotar o mais compacto possível. Pesar a mochila. Pensar no clima para onde você vai. O que levar? Identificação e dinheiro: Documentos de identidade, dinheiro em espécie, ingressos para eventos, cartão em caso de emergência. Itens de uso frequente: Lanterna, celular, câmera, carregador ou pilhas, canivete suíço, talheres. Kit de primeiros socorros: Antialérgicos, anti-inflamatórios, bandagens, álcool, comprimidos para cólicas e enjoos, repelente, doces e protetor solar. Itens de higiene pessoal: Escova de dentes, pasta de dente, sabonete, xampu, toalha, sandálias, sacos de lixo. Roupas adequadas para o clima: Lembre-se que o clima dita as regras, camisetas, óculos, boné, tênis esportivos, meias e agasalho. Guia e descanso: Mapa, bússola, binóculos, corda, saco de dormir, pijama adequado, barraca. Entretenimento: Livros, mp3, fones de ouvido, caderno de anotações. Outros: Também é possível levar comida, barras energéticas ou uma pequena panela. Veja também: Como montar uma barraca em 5 passos Como escolher sua mochila de Aventura?
9 dicas para praticar Sandboard corretamente.
O **Sandboard** é um **esporte de aventura** que consiste basicamente em descer **dunas** ou **montanhas de areia** em uma **prancha** projetada especialmente para isso. É classificado como um **esporte extremo** devido aos níveis de adrenalina alcançados por quem o pratica. Este esporte busca a melhor duna, a mais íngreme, longa e com areia mais fina. Os melhores lugares para deslizar estão no Brasil, Austrália, **Peru**, África do Sul, Chile e Namíbia. A seguir, fornecemos algumas **dicas** para você praticar Sandboard como os melhores. 1. **Obtenha uma prancha de Sandboarding e proteção.** A prancha tem uma base especialmente encerada e possui amarras onde você pode prender os pés para não perdê-la ao deslizar pela colina. As pranchas vêm em uma variedade de designs e ceras com o objetivo de aumentar a velocidade. Qualquer que seja a prancha que escolher, ela deve chegar até a altura do seu queixo. - Segurança em primeiro lugar. Você deve obter um capacete de segurança, joelheiras e cotoveleiras para amortecer as quedas. Se você cair, a areia é bastante macia e flexível, embora a velocidade possa fazer a diferença na forma como você cai. - Obtenha um pouco de cera para aplicar na prancha. - Em relação à roupa leve, recomendamos: shorts, tênis, boné e camiseta. - Você pode alugar uma prancha antes de comprá-la. Assim, se não gostar, não terá gastado muito dinheiro. 2. **Escolha dunas de areia que permitam atividades recreativas.** Procure lugares como dunas próximas a praias, rios e desertos. Certifique-se de que sejam locais autorizados, pois algumas são protegidas por lei. - Há muitos lugares gratuitos para praticar **sandboarding no Peru**. - Não deslize em dunas onde há grama, pois a prancha danificará as raízes. Escolha apenas colinas com apenas areia. 3. **Experimente um terreno plano e tente deslizar.** Se você já praticou outros **esportes de prancha** (sandboarding ou **skateboarding**), é apenas uma questão de se "familiarizar" com a prancha sobre a areia e obter equilíbrio e estabilidade. - Primeiro, prenda um pé e use o outro para impulsionar-se. Tente em um terreno plano e em montículos de areia muito pequenos. - Em segundo lugar, prenda ambos os pés. Peça a alguém para empurrá-lo lentamente ao longo do terreno quase plano. Isso ajudará você a se "familiarizar" com a areia. 4. **Agora passe para uma pequena colina de areia com pouca inclinação.** Procure uma duna de areia não tão grande e nem tão íngreme, você terá que se acostumar a manobrar a prancha antes de lidar com inclinações e quedas mais acentuadas. - As dunas cobertas de areia seca são as melhores para deslizar. A areia molhada grudará na prancha, fazendo com que pare ou diminua a velocidade. - Se começar a perder estabilidade, tente sentar-se. 5. **Em uma pequena colina, tente deslizar nos calcanhares.** Prenda bem os dois pés e desça a duna nos calcanhares. - Pratique levantando os dedos dos pés. Não os levante muito ou você cairá. - Agora, levante os calcanhares para descer a colina. Se ganhar muita velocidade e quiser parar, levante os dedos novamente. 6. **Repita o exercício anterior, mas desta vez trabalhando com os dedos dos pés em vez dos calcanhares.** Depois de prender bem os pés, vire-se e coloque pressão nos dedos para se estabilizar no topo da colina. Lembre-se de não exercer muita pressão ou cairá. - Tire a pressão dos dedos dos pés para começar a descer a colina. Se começar a descer muito rápido, coloque pressão nos dedos e pare. 7. **Continue descendo a colina, aprimorando sua técnica em diferentes áreas.** - Suba de volta ao topo. Agora desça novamente nos calcanhares. Coloque pressão no pé direito para que possa fazer curvas para o lado direito da colina. Em seguida, coloque pressão no pé esquerdo para fazer curvas para o lado esquerdo da colina. - Tente o passo anterior novamente, mas coloque mais pressão no pé direito para que sua prancha aponte diretamente para baixo da colina. Em seguida, comece a colocar pressão nos dedos. Agora você deve estar sobre os dedos indo para o lado esquerdo da colina. - Se deseja voltar aos calcanhares, coloque pressão no pé dianteiro até que a prancha esteja apontando diretamente para a base da duna. 8. **Pratique até dominar sua técnica.** Depois de praticar o suficiente, suba para uma duna maior. Tente dominar as colinas mais íngremes aos poucos até se sentir completamente estável na prancha. 9. **Vá além e aprenda truques de sandboarding.** À medida que aprimora seu equilíbrio, descida e controle da prancha, comece a aprender truques. Existem diferentes truques vistos em competições de nível profissional. Domine bem a técnica e movimento dos truques que você faria em uma **prancha de snowboarding**. Os clássicos são os 360°, 720°, Backflip, rodeos e os switch blind 180°. Veja também: - [Conheça as dunas do Sul do Peru ideais para praticar sandboard](https://deaventura.pe/blog/conoce-las-dunas-del-sur-del-peru-ideales-para-practicar-sandboard) - [Aventuras em Sandboard](https://deaventura.pe/categoria/sandboard) Junte-se a Deaventura.pe/Sandboard e compartilhe sua experiência.
Mountain Bike: Quantas modalidades existem?
O mountain biking (MTB) é considerado um Esporte de Aventura, é um ciclismo de competição realizado em circuitos naturais, geralmente, através de florestas por caminhos estreitos com subidas íngremes e descidas muito rápidas. No Peru, temos muitas rotas para praticar ciclismo, destacando-se aqui. Algumas das especialidades e competições são reguladas pela UCI (União Ciclística Internacional), enquanto outras são disputadas de forma amistosa. Para a prática deste esporte, é indispensável o uso de capacete integral, joelheiras, cotoveleiras, protetores de costas, protetores de pescoço, luvas e tênis adequados. XC - Cross Country A modalidade mais popular e comum do MTB. Aquela vista nas competições de Mountain Bike e praticada pela grande maioria dos usuários. Ou seja, consiste em atravessar montanhas em alta velocidade, pedalando com força, com a diferença de que se circula praticamente todo em pistas planas. Tipo de Bicicletas: rígidas ou de dupla suspensão. Suspensões normalmente com 100mm de curso e pneus entre 1.9 e 2.2 de medidas. XC - Cross Country Maratona Igual ao Cross Country, mas com percursos muito mais longos. Subidas e descidas técnicas e muitos quilômetros de pedalada. Geralmente praticada em competição, embora uma saída de mais de 60 km também possa ser considerada maratona. Nesta modalidade, a resistência cardiovascular do corredor prevalece sobre seu nível técnico. Tipo de Bicicletas: Rígidas ou de dupla suspensão muito leves. Suspensões normalmente com 100mm de curso e pneus entre 1.9 e 2.1 de medidas. All Mountain A modalidade mais popular entre as bicicletas de dupla suspensão. Praticamente igual ao Cross Country, mas voltada para o uso de bicicletas com sistema de dupla suspensão. Algum salto pelo caminho. É uma modalidade de MTB que surge quando adicionamos ao Trail uma montanha mais técnica e difícil, especialmente em descidas. Tipo de Bicicletas: De dupla suspensão. Suspensões normalmente entre 100mm e 120mm de curso e pneus entre 2.0 e 2.2 de medidas. Enduro Variante do All Mountain, com preferência por caminhos muito técnicos, trilhas, subidas e descidas muito técnicas e vários saltos. É uma modalidade competitiva de MTB em que há uma maior parte de trechos de descida e subida. Tipo de Bicicletas: De dupla suspensão com quadros reforçados. Suspensões normalmente entre 120mm e 160mm de curso e pneus entre 2.1 e 2.3 de medidas. FreeRide e Urban FreeRide Modalidade baseada em superar obstáculos naturais ou artificiais na montanha, trilhas, desfiladeiros, ruas, cidades ou circuitos preparados para isso. Todo tipo de mountain bike que não se enquadra nessas modalidades é chamado de Freeride, ou estilo livre, que pode ser competitivo ou não. Tipo de Bicicletas: Sem ou com dupla suspensão com quadros reforçados. Suspensões normalmente entre 140mm e 180mm de curso e pneus entre 2.2 e 2.6 de medidas. Descida, DownHill ou DH A descida de competição. Descer por um circuito marcado o mais rápido possível. Proteções no corpo, capacetes integrais e muita técnica. É uma modalidade de corridas de MTB que consiste unicamente em descer uma montanha (ou cidade com escadas, rampas, etc.), em alta velocidade. Tipo de Bicicletas: de dupla suspensão com quadros reforçados. Suspensões normalmente entre 180mm e 220mm de curso e pneus entre 2.3 e 2.7 de medidas. Conte-nos, qual modalidade você pratica ou gostaria de praticar? Veja também: John Tomac: A essência do Mountain Bike “Primeiro rali de ciclismo: Desafio Amazon Mountain Bikers“ ciclismo de montanha peruano
As 11 melhores montanhas de aventura no Peru
Muitos alpinistas e viajantes que praticam esportes de aventura chegam ao Peru para realizar atividades ao ar livre e desfrutar do cenário das montanhas mais altas e bonitas do nosso país. As montanhas mais altas no Peru 1. Montanha Huascarán: localizada no Parque Nacional Huascarán (Patrimônio Mundial no Peru pela Unesco). Altura: 6.768 m. Localização: Cordilheira Branca, província de Yungay (Ancash). Cume: Pico norte: 6555 m. e Pico sul: 6768 m. Ideal para escaladores e excursionistas. Temporada de escalada: entre junho e agosto. Rotas: Escalada no Huascarán Trekking no Huascarán Fonte: Sernanp.org.pe 2. Montanha Yerupajá: localizada na cordilheira Huayhuash no centro do Peru, a entrada para esta montanha é por Huaraz, onde os escaladores se dirigem à cidade de Chiquián antes de chegar à montanha. Altura: 6.634 m. Localização: No limite de Ancash, Huánuco e Lima. Significado: Amanhecer Branco Ascensão: difícil, devido às suas cristas e paredes quase verticais. Cume: afiado conhecido como o carniceiro. Ideal para a prática de montanhistas e senderistas profissionais. Fonte: Junglekey.fr 3. Montanha Coropuna: Faz parte da Cordilheira Ampato, localizada no noroeste de Arequipa, perto de Chuquibamba, considerada a terceira montanha mais alta e o vulcão mais alto do Peru. Altura: 6.425 m. Localização: Cordilheira de Ampato na província de La Unión (Arequipa) Significado: reflexo na meseta Cume: uma meseta coberta de gelo, com seis cones assentados sobre ela. Rotas: Trekking no Nevado Coropuna Escalada no Nevado Coropuna Fonte: maucallacta.com 4. Montanha Huandoy: Localizada no Parque Nacional Huascarán, na cordilheira Branca. Torna-se a segunda montanha mais alta da Cordilheira Branca, ao lado do Huantsán. Localização: Cordilheira Branca na província de Yungay (Ancash) Altura: 6.395 m Significado: Montanha nevada em forma de fogão. Acesso: Através da quebrada de Llanganuco em Huaraz. Cume: Quatro picos de alturas diversas, superfície rochosa coberta de gelo. Rotas: Escalada no Huandoy Trekking no Nevado Huandoy Fonte: panoramio.com 5. Montanha Huantsan: Huantsan é o segundo pico mais alto da cordilheira Branca do Peru, ao lado do Huandoy. É um nevado incrível e difícil de escalar. Impõe-se com um pico formidável que se mostra imponente e perigoso para os montanhistas ou senderistas. Localização: Cordilheira Branca na província de Yungay (Ancash) Altura: 6.395 m. Acesso: Pelo lado leste de Huaraz. Cume: No início parece fácil de subir, mais adiante a escalada se torna mais complexa. Recomendação: É aconselhável que seja escalado por escaladores com experiência profissional. Fonte: wikipedia.org 6. Montanha Ausangate: Situa-se na cordilheira dos Andes, em um trecho chamado cordilheira de Vilcanota (Cusco). A montanha é uma das mais veneradas e faz parte da mitologia Inca. É um dos nevados mais representativos da população porque desempenha um papel importante na festa de peregrinação ao santuário do Senhor de Q'oyllur Riti. Localização: A 100 quilômetros a sudeste da cidade de Cusco. Altura: 6.384 m. Acesso: Pela vila de Chilca. Percurso: Caminhadas de 5 dias até o nevado. Recomendações: O “Caminho do Apu Ausangate”, aos pés da montanha sagrada mais alta da região de Cusco Peregrinação: Parte do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco. Rotas: Trekking em Ausangate Escalada em Ausangate Fonte: wikipedia.org 7. Montanha Chopicalqui: É um dos picos mais altos da Cordilheira Branca e está localizado em Ancash. O Nevado Chopicalqui, apesar de sua altura, é considerado um dos picos menos complexos de escalar em comparação com os outros, por isso é muito popular entre os montanhistas. Localização: Província de Yungay (Ancash) Altura: 6.345 m. Acesso: De Huaraz à área de acampamento em Yungay. Pela quebrada de Llanganuco Cume: Nevado. Temporada: De junho a agosto. Rotas: Escalada em Chopicalqui Fonte: rarewallpapers.com 8. Montanha Siula Grande: Está localizada na Cordilheira Huayhuash, na fronteira dos departamentos de Lima e Huánuco. Conhecida não tanto por seu tamanho, mas pelo filme que foi feito sobre ela; a história do livro Touching the Void (Tocando o vazio). Localização: Cordilheira Huayhuash (Entre Lima e Huánuco) Altura: 6.344 m. Pico secundário: Siula Chico de 6.260 m. Acesso: Face Oeste da montanha. Descida: Por rapel pelo lado oeste. Fonte: skyscrapercity.com 9. Montanha Chinchey: O nevado Chinchey e Palcaraju estão localizados na Cordilheira Branca (erguem-se a leste da cidade de Huaraz) e fazem parte de Chinchey. As duas cúpulas estão a poucos quilômetros de distância Localização: Cordilheira Branca (Huaraz). Altura Chinchey: 6.309 m. Altura Palcaraju: 6.274 m. Acesso: Acesso próximo à cidade de Huaraz na área de acampamento. Cume Palcaraju: Três cúpulas unidas por cristas íngremes. Dificuldade: A cúpula central tem cerca de seis rotas reconhecidas como extremamente difíceis para montanhistas inexperientes. Rotas: Escalada em Chinchey Trekking em Chinchey Fonte: google.com/imagens_chinchey 10. Montanha Ampato: Localizada a 60 quilômetros a noroeste da cidade de Arequipa. É uma das montanhas mais altas do extremo sul do Peru. Ampato é especialmente famosa pela descoberta de restos congelados e mumificados de uma menina inca: A Múmia Juanita. Localização: Cordilheira de Ampato (Arequipa) Altura: 6.318. Significado: “Sapo” pela silhueta do Vulcão. Acessos: - Lado leste, rota normal, vertente leste, travessia pelo cume norte por ascensão de aproximadamente 7 horas. - Lado leste, escalada íngreme; crista sudeste. Ascensão em 9 horas, descida em 4 horas. - Lado Oeste, rota de Mucurca - Cabanaconde. Duração de 7 dias, ida e volta. Cumes: O norte, cerca de 6150 msnm, e o sul e principal, a 6288 msnm Superfície: Rocha e neve. Vulcões ao redor: o Sabancaya e o Hualca Hualca Rota: Escalada na montanha ampato Fonte: madteam.net 11. Montanha Salcantay: O Salcantay é considerado o Apu tutelar de Cusco porque para chegar ao nevado você atravessará belas paisagens, observará alpacas e condores em seu habitat natural. Não é a mais alta do local, mas é a mais esplêndida. De lá, é possível fazer a rota inca até Machu Picchu. Localização: Cordilheira Vilcabamba (Cusco) Altura: 6.271 m. Acesso: Existem duas possibilidades. - O primeiro circuito parte do Km. 88 da ferrovia que vai para Machu Picchu e é o início da rota Inca - O segundo parte de Mollepata. Salkantay atrai escaladores experientes e excursionistas ocasionais. Recomendações: É necessário ter muita resistência física. Source: toursperumachupicchu.com See also: 4 tips for cleaning your mountain boots One of the 10 best trekking routes in the world is in Peru Share your mountain adventures at De Aventura
Vários turistas chegaram ao Festival RockFest 2014 em Valle Dorado Huayhuay, La Oroya.
Nesta ocasião, o festival RockFest 2014 está sendo realizado em Huayhuay, localizado no centro do Valle Dorado a 3700 metros acima do nível do mar, a 20 minutos de La Oroya, no departamento de Junín. Foto: Dillman Delgadola No Valle Dorado Huayhuay, você poderá apreciar belas paisagens, incluindo os distritos de Huari, Huayhuay, Chacapalpa-Colpa e Suitucancha. Além disso, há potencial para a escalada em rocha e os esportes de aventura em geral. Foto: VIDA en la Oroya Vídeo do Youtube: Vida - Arturo Alfaro O primeiro evento RockFest 2014 recebeu mais de 60 turistas de países como Alemanha, Checoslováquia, Espanha, França, Colômbia, Venezuela e Chile. Além de mais de 800 visitantes de todo o país que participaram de um festival de escalada em rocha, atividades artísticas e esportivas como: passeios de bicicleta, caminhadas, gastronomia local, ciclismo de montanha, slackline, highline, trekkings, turismo em monumentos arqueológicos, banhos em águas termais, camping e atividades para toda a família. Foto: Base Camp Perú Foto: VIDA en la Oroya Este espetáculo de esportes de aventura foi organizado pela ONG VIDA Base Camp Perú (presidente Arturo Alfardo), pela prefeitura e comunidade de Huayhuay e pela empresa Doe Run Perú, nos dias 28 e 29 de junho. Este festival de RockFest foi realizado com o objetivo de redescobrir os atrativos turísticos, riquezas naturais, históricas e arqueológicas desta província. Anteriormente conhecida como uma das cidades mais poluídas do mundo, La Oroya está sendo reconhecida como um novo destino turístico e para a prática de diversos esportes de aventura. Foto: VIDA en la Oroya Veja também: Festival de Andinismo Cordillera Blanca 2014 De Aventura: Resumo 2014
Festival de Montanhismo Cordilheira Branca 2014
Como todos os anos, foi realizado o festival de alpinismo Cordillera Blanca em Ancash. Evento de promoção turística com o principal objetivo de impulsionar a economia da região em benefício de sua população por meio de competições de diferentes esportes de aventura. Nesta nova oportunidade, a cidade de Huaraz e o canyon de Huaylas foram novamente palco do festival de alpinismo Cordillera Blanca. Este evento ocorreu ao longo de três dias, com as seguintes atividades: Escalada em rocha Snowboard no céu Esqui cross-country Descida em alta velocidade Exibição de BMX Concerto de Rock Vista panorâmica da cidade de Caraz O cronograma começou assim: 27 de junho A competição de Aeroton, organizada por Save the Rajus e pela prefeitura de Caraz, começou às 09:00, em Caraz, incluindo maratona, parapente e bicicleta. A abertura grandiosa começou às 20:00 em Huaraz. Organizado por Save the Rajus. A projeção de cinema de montanha, organizada por Save the Rajus, começou às 21:00 em Huaraz. Parapente nas alturas de Caraz. Aerothlon em Caraz Vídeo Youtube: TiempoXtremo 28 de junho A competição de Sky e Snowboard começou às 09:00 no Nevado Pastoruri. Organizado por Save the Rajus. A competição de escalada em parede começou às 20:00, na praça de armas de Huaraz, organizado por Save the Rajus. A projeção de cinema de montanha começou às 20:00 em Huaraz. Save the Rajus. Caminho para o Pastoruri. Demonstração de Snowboard nas encostas do Pastoruri. Vídeo Youtube: BuenosDiasPeruPTV 29 de junho IX Tour Festival: Todas essas atividades ocorreram em Willcahuain em Huaraz, organizado por Save the Rajus. Competição nacional de Esqui Cross-country às 10:00 Competição de Descida em Alta Velocidade às 12:00 Premiação Festival de Alpinismo Cerimônia de Premiação e Encerramento às 15:30 Concerto de Rock de encerramento às 15:30 Descida em alta velocidade nas alturas de Wilkawain Esqui Cross-country nas alturas de Wilkawain Vídeo Youtube: De Aventura Vamos, aventureiros, continuemos apoiando esse tipo de evento para promover o esporte de aventura e o turismo de aventura no Peru. Fotos: deaventura.pe Veja também: Vários turistas participaram do Festival RockFest 2014 em Valle Dorado Huayhuay, La Oroya amantes de esportes de aventura
Ciclista peruano com deficiência conquista medalha de prata na Espanha
O ciclista peruano Israel Hilario Rimas conquista a medalha de Prata na Espanha e se aproxima dos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro 2016. Para o ciclista Israel Hilario Rimas, sua deficiência não foi um impedimento, e ele conquistou o segundo lugar no contra-relógio de 10 km e na cronoescalada de 7 km, em uma competição que reuniu a elite internacional do ciclismo paralímpico de mais de 12 países. Ele obteve a medalha de prata ao competir no XVIII Para-Cycling Bizkaiko Bira na Espanha, acumulando pontos no ranking da UCI para se qualificar para os Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro 2016. Resultados da competição Para-Cycling 2014 Homens Elite XVIII Paracycling Bizkaiko Bira (ESP/C1) C2 - Classificação Geral 06 Jul 2014 Resultados: Classif. Nome Nac. Idade Resultado PaR PcR Classificação 1 Maurice ECKHARD TIO ESP 31 1:59:40 15 15 C2 - Estrada 2 Israel HILARIO RIMAS PER 40 2:00:51 13 13 C2 - Estrada 3 Victor Hugo GARRIDO MARQUEZ VEN 48 2:03:22 11 11 C2 - Estrada Fonte: https://www.uci.ch/ Idade: de acordo com os regulamentos da UCI PaR: pontos UCI de acordo com a classificação PcR: pontos UCI calculados no Ranking Rimas, um huanuqueño, com deficiência em uma de suas pernas, faz parte do Programa de Apoio ao Atleta (PAD) do IPD. O huanuqueño conquistou a medalha de prata na classificação geral da categoria C2. "Esta grande vitória é fruto do trabalho, dedicação e colaboração do IPD, Selca idiomes de Sabadell e Challenged Athletes Foundation", afirmou o atleta. O que é Para-Cycling? O Para-Cycling é uma competição que abrange quatro Grupos de deficiências: Participantes cegos e com deficiência visual Participantes com paralisia cerebral Participantes com deficiência do aparelho locomotor Participantes com deficiência triciclo e um total de 14 categorias funcionais tanto para homens quanto para mulheres em todas as faixas etárias. A UCI define categorias funcionais para homens e mulheres de todas as idades. Os participantes são designados para a categoria apropriada com base em sua capacidade funcional. Os principais eventos incluem: Campeonatos Mundiais Jogos Paralímpicos Copa do Mundo O Para-Ciclismo é oficialmente administrado pela UCI (Union Cycliste Internationale), esta disciplina é dividida em estrada e pista para corridas de um total de sete eventos: EVENTOS DE ESTRADA: Corrida de rua (homens e mulheres) Contra-relógio individual (homens e mulheres) Revezamento Handcycling PISTA: Sprint Tandem (homens) Velocidade por equipes (homens e mulheres, evento misto) Teste de 500 metros (homens e mulheres) ou contra-relógio de quilômetros (homens e mulheres) Perseguição individual (homens e mulheres) O medalhista paralímpico está focado em seus dois próximos desafios. O primeiro será a Copa do Mundo de Ciclismo Paralímpico, que ocorrerá de 25 a 27 de julho na cidade de Segóvia. Hilario conquistou a medalha de bronze em sua categoria MC2 na primeira etapa da Copa do Mundo na Itália. No Campeonato Mundial de Ciclismo de Estrada, que será realizado em Greenville (EUA) de 28 de agosto a 1 de setembro, ele buscará a classificação para os Jogos Paralímpicos. Hilario disse: "Agora preciso do apoio de todos os peruanos. Não me excluam da sociedade, pois continuarei lutando por este sonho de levar as cores do Peru e dizer que 'Deficiência não é Incapacidade'." Fonte - informação - Foto: https://www.ipd.gob.pe/ Veja também: Sebastián Alfaro: Um foguete sobre rodas Aventuras de ciclismo de montanha
Viva a adrenalina de voar: Infografia de parapente
O parapente é uma atividade praticada por muitos peruanos, consistindo em se posicionar em uma área montanhosa exposta diretamente aos ventos. Nesta infografia de parapente, você vai conhecer um pouco mais sobre as partes e acessórios usados no parapente, condições ideais para voar e rotas em Lima. Partes e acessórios usados no parapente: Borda de Ataque Bocas de Entrada Linhas-guia Borda de Fuga Trims Alças de Freio Assento Barra de Velocidade Assento Paraquedas de Reserva Linhas A Linhas B Linhas C Linhas de Freio Condições ideais para voar: Velocidade ideal do vento Precipitação Horário Nebulosidade Rotas para praticar parapente em Lima: Parapente em Ancon - pasamayo Parapente em Miraflores - costa verde Parapente em Pachacamac E em que parte de Lima você praticou essa atividade de aventura? Veja também: Speedriding: Combinação entre Parapente e Esqui Aventuras em parapente
5 dicas para fazer surf
Tudo o que você precisa saber se é a primeira vez que pratica Surfe, um esporte de aventura na água, dicas úteis: Passe cera na prancha Prenda o "leash" no tornozelo Respeite a preferência Progrida gradualmente Lave o traje e a prancha Veja também: Versatilidade Extrema: Surfe na neve e esquie nas ondas Jet Surf: Surfe em alta velocidade
Windsurf, um esporte que te liberta das tensões
O windsurf, surf a vela ou prancha à vela é uma modalidade do esporte de vela que consiste em deslocar-se na água sobre uma prancha semelhante a uma de surf, equipada com uma vela. Em Huarochirí, a 103 KM de Lima, formou-se uma represa chamada Yuracmayo, uma lagoa ideal para a prática de qualquer esporte de vento combinado com água - windsurf, kitesurf e stand up paddle - e também desfrutar de esportes de aventura como escalada em rocha, trekking ao ar livre e ciclismo de montanha em meio a uma paisagem impressionante. Praticar esses esportes de vento combinados com água é perfeito para se libertar da vida agitada que você leva na cidade. Seja na costa, serra ou selva, "sempre haverá oportunidade de praticar uma atividade esportiva que te levará ao limite da emoção e à fronteira do risco". Veja também: Víctor Fernández: O Rei do Windsurfing
Descubra as dunas do Sul do Peru ideais para praticar sandboard.
O sul do país possui impressionantes dunas ideais para visitar e praticar esportes de aventura como o sandboard. Deslizar-se por suas areias em pranchas, desfrutar de suas imponentes dunas e sentir generosas doses de adrenalina é uma sensação incrível. Visitar o sul do país é ter a oportunidade de apreciar os ambientes naturais e fazer turismo de aventura. Entre as dunas mais espetaculares de Ica está a maior duna da América do Sul, Dunas Cerro Blanco (localizada em Nasca e com 2080 metros) e a Duna Grande, também conhecida como “Cerro Marcha”, devido ao som que o vento faz, parecendo mais trombetas. Dados: Cerro Blanco se eleva a 2.087 metros acima do nível do mar no vale de Nazca. O "Cerro Marcha" está localizado no distrito de Vista Alegre, na província de Nazca, departamento de Ica. A cidade de Nazca fica a 455 km ao sul de Lima. Recomendações: Para esta excursão, é necessário vestir roupas leves, especialmente se a excursão for durante os meses de verão (dezembro a março), quando a temperatura média é de 35ºC durante o dia. Recomenda-se usar bons sapatos de caminhada e meias grossas. Além disso, é aconselhável levar água, boné e protetor solar. Veja também: 9 dicas para praticar sandboard corretamente. Viva a adrenalina do sandboard na Huacachina
Sinta-se seguro com os voos duplos de parapente.
Os voos biplaza são aqueles realizados em um parapente projetado para acomodar duas pessoas: um instrutor e um passageiro. Nestes voos, você terá a confiança que vem de viajar com um instrutor ao seu lado, acompanhando você por aproximadamente 10 minutos, que é a duração do passeio elevado pelos ares. Não são necessários conhecimentos prévios, apenas uma explicação antes da decolagem, sendo esta a forma mais fácil e segura de voar. O voo biplaza serve como uma introdução ao Curso de Iniciação ao Parapente. Existem dois locais onde são praticados os voos biplaza em parapente. No distrito de Miraflores e em Pachacamac. O voo parapente na Costa Verde em Miraflores dura cerca de 10 minutos. O voo parapente em Pachacamac dura cerca de 15 minutos. Pachacamac tem uma vista impressionante, atraindo a atenção de pilotos locais e estrangeiros, sendo o local onde é realizado todos os anos o campeonato nacional de parapente. Veja também: Nada melhor do que voar de parapente sobre as costas de Lima Parapente: Elementos e Fases de voo.
Uma das 10 melhores rotas de trekking do mundo está no Peru.
Visitar a Cordilheira Huayhuash é uma viagem fantástica, repleta de diversidade, lagos e picos nevados de uma beleza incomparável, além de ser um local ideal para praticar trekking ou caminhada no mundo. Localizada na parte central do Peru, entre os departamentos de Lima, Áncash e Huánuco. A Cordilheira Huayhuash é considerada um dos 10 lugares preferidos pelos turistas para praticar trekking. A cada ano, de maio a outubro, temporada turística, a cordilheira recebe mais de cinco mil turistas, incluindo alemães, austríacos, ingleses, franceses, que chegam para percorrer os mais de 147 quilômetros de seu circuito em uma caminhada que dura de 12 a 14 dias. Veja também: As 11 melhores montanhas de aventura no Peru A Cordilheira Branca, um local perfeito para os amantes do alpinismo
Torneio nacional de surf: Pico Alto acontecerá de 1º de abril a 30 de junho.
Em homenagem ao falecido tricampeão nacional de surf kitesurf, “Wawa” Paraud e com o objetivo de promover a prática do surf em nosso país, Quiksilver Peru e o Club Waikiki anunciaram a realização do Pico Alto Classic em Punta Hermosa que será de 1 de abril a 30 de junho. Espera-se contar com a participação dos melhores surfistas nacionais neste evento. A onda de Pico Alto é a maior da América do Sul e tem atraído os melhores surfistas nacionais e internacionais desde 1965, quando os pioneiros Miguel Plaza, Joaquín Miró Quesada e Francisco Aramburú a percorreram. Veja também: Surf na Praia Pico Alto Rob Machado: Surf com Estilo e Aloha.
A maior tirolesa da América do Sul está em Lunahuaná
O canopy é um esporte de aventura que consiste em deslizar entre árvores, preso a um arnês em um cabo que atravessa uma parte da floresta e selva. A rota de canopy mais longa da América do Sul foi instalada sobre o rio Cañete, localizado em Lunahuaná, província de Cañete, no departamento de Lima. Seus 2500 metros de extensão lhe conferem esse reconhecimento, já conhecido pelos habitantes e turistas que desejam viver a adrenalina de voar sobre o vale de Lunahuaná. Início do canopy mais longo da América do Sul: A rota começa na parte alta da localidade de San Jerónimo e termina minutos depois perto de um campo de cordas. O "canopy" surgiu na Costa Rica com propósitos exploratórios. A partir do trabalho de cientistas que, em sua busca por determinar a biodiversidade e características da flora de um determinado local, amarraram cabos no topo das árvores, o que lhes permitiu fazer observações em grande altura das exuberantes florestas. Mais sobre canopy em Lunahuaná
Viva a adrenalina do sandboard em Huacachina.
Para praticar sandboard, só é necessário ter uma tábua especial e o desejo de deslizar pelas dunas de algum deserto. A lagoa de Huacachina, localizada a cinco quilômetros a oeste da cidade de Ica, apresenta-se como um oásis natural em meio à areia branca do deserto e é um excelente local para a prática do sandboard na Huacachina. As origens deste esporte de aventura remontam aos anos de 1988-1990 e lembram o nome de um agricultor chamado Matías Grados Mora, que foi seu mais entusiasmado promotor. Em seus primórdios, esta prática era vista apenas como uma forma divertida de entretenimento, mas posteriormente os primeiros campeonatos internacionais foram formalizados e seus verdadeiros fãs o transformaram em um esporte profissional. Dados a serem considerados: Aluguel (tábua padrão): S/ 10,00 (2 horas) Aluguel (tábua profissional): S/ 30,00 (sem instrutor) Passeio de buggy (tábua padrão): S/ 50,00 (com instrutor) Veja também: 9 dicas para praticar Sandboard corretamente Conheça as dunas do Sul do Peru ideais para praticar sandboard Sandboard na Duna Toro Mata
Infográfico de Surf: Tipos de Pranchas, Movimentos e Rotas.
O Surf é um esporte de pura adrenalina e contato com a água. Consiste em ficar em cima de uma prancha de surf e realizar uma série de movimentos para dominar as ondas do mar. Veja a Infografia de surf em tamanho real Veja também: Rob Machado: Surf com Estilo e Aloha. Kite Surfing: Um sonho tornado esporte Jet Surf: Surf a toda velocidade
Descubra onde praticar rafting no Peru.
Se você ama a aventura, não pode ignorar quais são os lugares para praticar canoagem no Peru. Aqui está uma lista de rios para praticar canoagem Rotas de canoagem propícias para que você desfrute deste esporte de aventura. Rafting Rio Cañete Lunahuaná é um dos destinos preferidos para praticar canoagem, localizado a apenas duas horas de Lima. Há rotas tanto para iniciantes quanto para os mais experientes. Além disso, você pode complementar a aventura com a prática de outros esportes como escalada em rocha, ciclismo de montanha ou parapente. Rafting Rio Santa As rotas aqui variam de acordo com a distância e a dificuldade. As rotas mais populares são: Carhuaz-Mancos, Yungay-Caraz e Jangas-Anta. Esta é uma oportunidade não apenas para sentir pura adrenalina, mas também para apreciar belas paisagens como o Callejón de Huaylas. Rafting Rio Urubamba É um dos destinos favoritos dos amantes da canoagem. Localizado no coração do Vale Sagrado dos Incas, a região desfruta de um bom clima de abril a novembro e a partir de dezembro começa a temporada de chuvas, o que aumenta a dificuldade do percurso. O trajeto dura aproximadamente duas horas. Rafting Rio Apurímac É uma rota que exige muita resistência física, pois intercala um percurso de três dias entre atividades como navegação no rio, caminhadas e acampamentos. Considerado por algumas publicações estrangeiras como um dos melhores lugares para praticar canoagem, o rio Apurímac é uma rota desafiadora. Outras rotas de Canoagem O Peru oferece muitas outras opções de canoagem. Algumas são viáveis apenas em determinadas épocas do ano e outras exigem mais tempo e recursos ou envolvem maiores riscos. Há a rota de canoagem em Colca, ideal durante o mês de dezembro. Também há a rota de canoagem em Tambopata, que tem um alto grau de dificuldade, pois o percurso se inicia em Puno e termina em Puerto Maldonado, com duração de 10 dias. Veja também: Rafting: Como dominar os rios em um bote? Steve Fisher: O mestre dos rios impossíveis. A remo puro: O que é o Va'a e como se pratica?
Infográfico: Modalidades e benefícios do Ciclismo
O ciclismo é um esporte que inclui diferentes modalidades, que têm em comum o uso da bicicleta. Os ciclistas são considerados atletas especialmente dedicados e desfrutam de diferentes benefícios ao praticar este esporte de aventura. Tamanho real do infográfico de ciclismo Veja também: Como escolher sua bicicleta de acordo com seu tamanho. Muni ou monociclo de montanha Como remendar seus pneus durante o percurso
Voe de parapente sobre as costas de Lima
Atualmente, o parapente é uma das atividades mais populares e procuradas por turistas jovens e de meia-idade. A temporada recomendada para praticar este esporte de aventura no Peru é entre abril e julho. Se você está em busca de uma experiência emocionante e é fã de panoramas espetaculares, este esporte é para você. Se não tem experiência e deseja se sentir seguro no voo, existem os voos duplos, realizados em um parapente projetado para transportar duas pessoas: um instrutor e um passageiro. Não são necessários conhecimentos prévios, uma explicação simples antes da decolagem, alguns passos e você estará voando. É acessível a pessoas de todas as idades, mas menores devem estar acompanhados por um adulto. O voo duplo serve como uma introdução ao Curso de Iniciação ao Parapente. Fonte: Infinity Entre os locais para praticar parapente na capital, estão: 1. Miraflores: É um dos locais mais populares para o parapente em Lima devido aos seus impressionantes penhascos e vistas para o Oceano Pacífico. A partir daqui, os voos geralmente decolam perto do Parque Raimondi e oferecem vistas panorâmicas da cidade e do mar. 2. Pachacámac: Localizado ao sul de Lima, Pachacámac é conhecido por seu sítio arqueológico e também é um excelente local para praticar parapente. Os voos daqui permitem vistas únicas do vale e da costa. Fonte: My Guide Peru 3. Pasamayo: Conhecido por sua estrada sinuosa e seus dramáticos penhascos, Pasamayo é um destino favorito para os amantes do parapente em Lima. Os voos daqui oferecem vistas espetaculares do Oceano Pacífico e podem ser mais longos e emocionantes devido à altitude. 4. Lurín: Localizado ao sul de Lima, Lurín oferece voos sobre paisagens naturais impressionantes e é outro local popular para praticar parapente na região. Equipamentos de voo O parapente não deve ter porosidade, pois isso permite que o ar passe pelo tecido e não oferece segurança durante o voo. Os parapentes pesam entre 25 e 30 quilos e geralmente são transportados nas mochilas das pessoas que vão planar no ar. Você deve levar um paraquedas reserva, caso o primeiro tenha problemas e não abra. Capacetes para proteger sua cabeça contra impactos ao tocar o solo. O rádio que se comunica com o instrutor deve funcionar perfeitamente. Dicas para voar de Parapente Fonte: Paracas Explorer É recomendável reservar seu voo com antecedência, especialmente durante a alta temporada de turismo. Use roupas confortáveis e adequadas para o clima. Em Lima, o clima pode ser fresco devido à brisa marinha, então leve um casaco leve. Escute atentamente as instruções de segurança e voo fornecidas pelo seu instrutor antes de decolar. Se deseja capturar o momento, considere levar uma câmera ou uma GoPro segura com as correias adequadas. Voar de parapente sobre as costas de Lima lhe proporcionará uma dose de adrenalina e vistas panorâmicas impressionantes. Seja você um iniciante ou um entusiasta experiente, esta experiência permitirá que desfrute de Lima de uma perspectiva única e emocionante. Veja também: Parapente: Elementos e Fases de voo Sinta-se seguro com os voos duplos de parapente Viva a adrenalina de voar: Infografia de parapente
A Cordilheira Branca, um lugar perfeito para os amantes do montanhismo
A Cordilheira Branca, a maior cadeia de montanhas nevadas tropicais do mundo, é considerada a capital peruana do alpinismo, graças ao seu ambiente que possui a maior abundância de picos nevados, altos e belos do país, tornando-a famosa entre os turistas de aventura. Entre seus picos estão: Huascarán (6768 m acima do nível do mar), Huandoy (6000 m acima do nível do mar), Chopicalqui (6354 m acima do nível do mar), Chacraraju (6112 m acima do nível do mar), Alpamayo (5947 m acima do nível do mar) e Copa (6118 m acima do nível do mar). Os diferentes tipos de montanhas da Cordilheira Branca permitem que os alpinistas de todo o mundo, principalmente europeus, "alcancem o céu a pé". Praticar alpinismo nos Andes peruanos é uma experiência incomparável. Por isso, nosso país atrai os amantes de esportes de aventura por suas paisagens e o clima agradável durante a maior parte do ano. Veja também: Festival de Alpinismo Cordilheira Branca 2014 As 11 melhores montanhas de aventura no Peru 4 dicas para limpar suas botas de montanha